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quinta-feira, 5 de março de 2015

Tuíte Papa: 5 de Março

Segundo o Pontífice, em sua nova mensagem no Twitter (@Pontifex), nesta quinta-feira, 05, tornamo-nos escravos de nossas próprias riquezas quando nos apegamos fortemente a elas.

"Se estamos demasiado apegados à riqueza, não somos livres. Somos escravos." (Palavras do Papa, contidos em sua página no Tuíte)


Encontrada possível casa onde o Menino Jesus viveu sua infância em Nazaré

O jornal britânico Daily Mail apresenta as declarações de Ken Dark, especialista em arqueologia cristã e do século primeiro, que diz que pode ter sido encontrada a casa em Nazaré onde Jesus passou sua infância.
Dark se remete a um escrito do monge irlandês Adomnán, texto baseado em um relato do Bispo franco Arculfo de uma peregrinação que fez à Nazaré, que fala de uma igreja "onde antes estava a casa na qual o Senhor se nutriu em sua infância".
O relato do monge Adomnán, intitulado 'De Locis Sanctis' (Dos Lugares Santos), descreve a casa como localizada entre dois túmulos e sob uma igreja. A casa analisada por Dark -que corresponde a estas características- é talhada em uma colina de pedra calcária, tem alguns quartos e uma escadaria. Sobrevive uma de suas portas, se conserva parte do solo calcário e se encontraram ali dentro vasos quebrados e artefatos também em rocha calcária. A pedra calcária era muito usada pelos judeus, que a consideravam relacionada com a pureza.
Dark, que trabalha com a Universidade de Reading, argumenta que a casa encontrada foi recoberta tanto por uma igreja da época bizantina, como por outra do século XII. Não é qualquer monumento que é assim protegido.
A casa fica ao lado do Convento das Irmãs de Nazaré, e ao outro lado da rua da igreja da Anunciação em Nazaré.
Tanto os túmulos laterais, como a casa foram decoradas com mosaicos do período bizantino, realçando não somente sua importância, mas abrindo a possibilidade de que fossem objeto de veneração.

Fonte: Gaudium Press

Postado por: GOMF

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Na Casa Santa Marta, Francisco comenta parábola do rico opulento

Ao fazer sua homilia durante a Missa celebrada hoje na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco traçou comentários sobre a parábola do rico opulento.
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Francisco afirmou que o rico opulão era um homem mau: "talvez fosse um homem religioso, a seu modo. Rezava, ia ao templo, oferecia sacrifícios e ofertas aos sacerdotes, que lhe davam um lugar de honra para se sentar", disse o Papa. Mas ele não percebia que à sua porta havia um pobre mendicante, Lázaro, faminto, cheio de chagas, "símbolo das muitas necessidades que tinha".

O Santo Padre cria imagens para explicar a situação do "opulão": "Quando saía de casa, eh não ... talvez o carro com o qual saia tinha os vidros escuros para não ver o lado de fora... talvez, mas não sei... Mas certamente, os olhos de sua alma estavam ofuscados para não ver. Somente via dentro de sua vida, e não percebia o que tinha acontecido a este homem, que não era mau: estava doente! Doente de mundanidade.
E a mundanidade transforma as almas, faz perder a consciência da realidade: vivem num mundo artificial, feito por eles... A mundanidade anestesia a alma. E por isso, este homem mundano não era capaz de ver a realidade".
E a realidade, diz o Papa, é a de tantos pobres que vivem ao nosso redor: "Muitas pessoas que levam a vida de maneira difícil, de modo difícil; mas se eu tenho o coração mundano, jamais entenderei isso. Com o coração mundano não se pode entender a necessidade dos outros. Com o coração mundano pode-se frequentar a igreja, pode-se rezar, fazer tantas coisas.
Mas Jesus, na Última Ceia, na oração ao Pai, o que pediu? ‘Mas, por favor, Pai, proteja esses discípulos para que não caiam no mundo, não caiam na mundanidade.' É um pecado sutil, é mais que um pecado: foi um pecador da alma".
Nestas duas estórias - recorda o Papa - há duas máximas: uma maldição para o homem que confia no mundo e uma benção para quem confia no Senhor".

O homem rico, continua o Pontífice, afasta seu coração de Deus: ‘sua alma é deserta', uma ‘terra salobra em que ninguém reside' ‘porque os mundanos, na verdade, estão sós com o seu egoísmo'.
Seu coração está adoentado, tão apegado a este modo de viver mundano que dificilmente podia se curar. Além disso - acrescenta o Papa - enquanto o pobre tem um nome, Lázaro, o rico, não o tem: "não tinha nome, porque os mundanos perdem o nome. São somente um, na multidão de ricos que não precisam de nada".

Referindo-se ao pedido do homem rico, já nos tormentos do inferno, para que se envie alguém para advertir seus familiares ainda vivos - e Abraão responde que se não ouvirem Moisés e os Profetas, não seriam persuadidos nem mesmo se alguém ressurgisse dos mortos - o Papa afirma: os mundanos querem manifestações extraordinárias, mas "na Igreja tudo é claro, Jesus falou claramente: aquele é o caminho.

No final o Papa Francisco ofereceu uma palavra de alento e esperança: "Quando aquele pobre homem mundano, nos tormentos, pede que seja enviado Lázaro com um pouco de água para ajuda-lo, como responde Abraão? Abraão é a figura de Deus, o Pai. Como responde? ‘Filho, lembre-se... Os mundanos perderam o nome. E nós também, se tivermos o coração mundano, perderemos o nome! Mas não somos órfãos. Até o fim, até o último momento, existe a segurança que temos um Pai que nos espera. Entreguemo-nos a Ele. Ele nos diz ‘Filho', em meio àquela mundanidade. Não somos órfãos".

Fonte: Gaudium Press

Postado por: GOMF

Doutor em Direito e pároco ganha reconhecido prêmio literário

Não são poucos os casos -inclusive na nada fácil história recente e geralmente com escândalo do mundo- em que uma pessoa de 'promissor' futuro renuncia aos sedutores fantasmas às vezes deslumbrantes para entregar-se plenamente ao serviço do Senhor.
É o caso do condecorado com o prêmio "Advogados de Romance", o Padre Jesús Sánchez Adalid, que foi juiz durante dois anos, profissão que abandonou para percorrer o caminho que o levaria ao sacerdócio. Hoje é o pároco do povo de Alange, na Espanha.
O prêmio "Advogados de Romance" é um reconhecimento que em conjunto fazem o Conselho Geral da Advocacia Espanhola, a Mutualidade da Advocacia e Edições Martínez Roca, esta última do grupo Planeta, para premiar aquelas obras que com qualidade literária ajudem ao leitor a aprofundar no conhecimento da profissão de advogado e seus âmbitos de atuação. O Padre Sánchez é licenciado em direito pela Universidade de Extremadura, doutro em Direito da Complutense, Filósofo, Teólogo E Licenciado em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade de Salamanca. Certamente depois desse rápido conjunto de êxitos se entenderá porque é conhecido no mundo das leis.
Sobre o prêmio recebido, o pároco de Alange manifestou sua alegria e afirmou que "o Mediador é um romance que identifica todo um tempo que nos tocou viver, novo e certamente desconcertante. Mas é nosso tempo". Sua obra literária não se limita à premiada, mas inclui também Alcazaba, O Camino Mozárabe, Treinta Doblones de Oro e Y de repente, Teresa.
Certamente o Padre Sánchez compartilhará com seus paroquianos a alegria do prêmio. E esse gáudio será ocasião para estreitar ainda mais os vínculos comunitários, sob a tutela de Deus que um dia roubou seu coração.

Fonte: Gaudium Press
Postado por: GOMF

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Chama-se "Rise of the Rose", que se traduz como "Auge das Rosas", e é uma interessante iniciativa que recentemente surgiu na Irlanda para animar entre as jovens a vocação à Vida Religiosa.
Visitando conventos, orando, tomando chá e plantando uma rosa, assim se animam as vocações religiosas na Irlanda 1.jpg
A proposta, que gira em torno da rosa -símbolo de promessa, da alegria de dizer sim a Deus e de compromisso com Ele-, nasceu diante da inquietação de duas irmãs de sangue, que ainda são religiosas clarissas; Joan y Brige O'Hare, que notaram uma grande distância entre as jovens de hoje e as comunidades religiosas, inclusive entre aquelas meninas que tem Fé. Com a ajuda de sua cunhada, Lisa O'Hare, uma jovem de Fé, se perguntaram: Como aproximá-las da Vida Religiosa sem que signifique pressão alguma?
Dali nasceu um circuito de 10 sábados seguidos para que, durante o verão, as jovenzinhas visitem 10 conventos diferentes, conheça as religiosas, falem com elas, se aproximem do lugar, sua história, o carisma, tomem chá com elas e compartilhem um momento de oração. "Em cada convento vamos convidar aos jovens a unirem-se a nós enquanto nos reunimos às irmãs, aprenderemos acerca de seu modo de vida e seu amor a Deus, cantaremos, teremos uma 'festa de chá', depois uma hora de Adoração Eucarística e plantaremos uma rosa", acrescentam as promotoras da iniciativa.
Justamente, como sinal deste encontro, plantarão rosas brancas, que representam as mulheres consagradas, e rosas vermelhas, as mulheres de Fé que acolhem e acompanham as religiosas e abrem seu coração a Jesus. "Queremos conectar as jovens da Irlanda, e do mundo, com Deus e com as mulheres nos conventos que visitaremos. A rosa que se plantará refletirá a promessa de rezar uns pelos outros. Também queremos promover o poder do Rosário. Dez rosas plantadas ao redor da Irlanda simbolizarão uma dezena do Rosário oferecido pelos jovens de nosso país", expõem.
O primeiro destes encontros será no dia 13 de junho no Mosteiro das Clarissas de Faughart, cidade onde Santa Brígida da Irlanda iniciou a história da vida consagrada feminina no século V e a partir de onde a santa influenciou diretamente a vários futuros santos do país, além de ajudar a assegurar a conversão da Irlanda à Fé Católica.
Posteriormente, as jovens visitarão as Irmãs da Adoração de Belfast, as Redentoristas de Dublin, as Contemplativas Dominicanas de Santa Catarina de Siena e as Franciscanas da Renovação em Drogheda, assim como as Irmãs Pias Discípulas do Divino Mestre de Athlone, as carmelitas de New Ross, as cistercienses de Glencairn, as clarissas de Galway. Está previsto que o circuito culmine no Santuário Mariano de Knock no próximo dia 15 de agosto na solenidade da Assunção da Virgem Maria.
"Vamos levar a Cruz de Cristo a cada convento. Tudo será apoiado por uma promessa de oração pelas pessoas de todo o mundo", acrescentam as promotoras a partir da página web da iniciativa.
Visitando conventos, orando, tomando chá e plantando uma rosa, assim se animam as vocações religiosas na Irlanda 2.jpg
Espera-se que através de "Rise of the Roses" as pessoas redescubram a beleza da Vida Consagrada e o presente que ela é para todos, tal como se propõem neste ano de 2015 com o Ano da Vida Consagrada convocado pelo Papa Francisco. Além disso, se prevê que a iniciativa ajude a criar a cultura de dizer "Sim" a Deus, e se favoreça o discernimento vocacional à Vida Consagrada.


Fonte: Gaudium Press

Postado por: GOMF

quarta-feira, 4 de março de 2015

A sociedade que descarta os idosos, tem em si o vírus da morte: Palavras do Papa



Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga
nossasenhoradefatimaemitaporanga.blogspot.com
Nesta quarta-feira, 04, a Praça São Pedro voltou a ficar repleta. Milhares fiéis e peregrinos lá estavam para a Audiência Geral com o Papa Francisco.

Depois de percorrer a Praça no Papamóvel, saudando e recebendo as saudações e aplausos dos presentes, o Santo Padre prosseguiu com sua série reflexões sobre a família.
papa_francisco.jpgNessa primeira explanação ele falou da condição problemática dos idosos, dos avós, hoje na sociedade. E deverá voltar ao tema por mais uma vez.

O Papa disse que graças aos progressos da medicina, a vida se alongou. Porém, o mesmo não se pode dizer da sociedade. Ela não se "alargou" para a vida, não se organizou de modo eficaz para acolher os avós, os idosos.
No entanto, exortou Francisco, "Eles são uma riqueza, não podem ser ignorados".

"De fato, a atenção aos anciãos faz a diferença de uma civilização. Uma sociedade que os descarta, carrega consigo o vírus da morte", acrescentou.

A sociedade será julgada pelo modo como trata avós: é um pecado descartar os idosos.
"Não se ousa dizer abertamente, mas os idosos são descartados! Isso é pecado. Há algo de vil nesta dependência à cultura do descartável. Com a intenção de remover o medo que sentimos da fraqueza e da vulnerabilidade, aumentamos nos anciãos a angústia de ser mal suportados e abandonados."

No entanto, estamos vivendo o século do envelhecimento: os filhos diminuem, os idosos aumentam, lembrou o Pontífice.
Para ele, este desequilíbrio nos interpela como um grande desafio, já que a cultura do lucro insiste em mostrar os velhos como um peso.

O Pontífice narrou sua experiência em Buenos Aires, onde ele teve ocasião de penetrar nessa realidade conhecendo todos seus problemas.
O Papa viu que os idosos não são só abandonados na precariedade material, mas na egoística incapacidade de aceitar os seus limites que refletem os nossos limites. Ele citou o caso de uma idosa que conheceu em um dos asilos que visitou: ela não recebia a visita do filho há oito meses! "Isso é pecado mortal", afirmou o Santo Padre.

Depois de afirmar que o idoso não é um alienígena, o Papa mostrou que a Igreja tem uma tradição de séculos nos cuidados para com os idosos e não pode e não quer se conformar com esta mentalidade de indiferença e desprezo para com aqueles que nos precederam na vida.

Os anciãos são homens e mulheres, pais e mães que percorreram antes de nós a mesma estrada.

Francisco foi contundente na conclusão de sua catequese afirmando que uma sociedade, onde a gratuidade e o afeto desinteressado vão desaparecendo, é uma sociedade perversa. A Igreja, fiel à Palavra de Deus, não pode tolerar tais degenerações. Onde os idosos não são honrados, não há futuro para os jovens. O idoso somos nós: daqui a pouco ou muito, inevitavelmente estaremos na mesma condição. Diante dos idosos mais frágeis, marcados pela solidão e pela doença, o Papa ainda questiona: "Daremos um passo atrás, os abandonaremos a seu destino?".



Postado por : PMNSFI

Bispo argentino pede aos seminaristas para que cultivem a fidelidade e abandonem-se em Deus

Bispo argentino pede aos seminaristas para que cultivem a fidelidade e abandonem-se em Deus.jpg
Bispo argentino que pediu aos seminaristas para cultivarem a fidelidade à Deus

Dom Gustavo Zanchetta, Bispo de Orán, na Argentina, pediu aos seminaristas cultivar a fidelidade, abandonar-se nas mãos de Deus e docilidade, de maneira que o Senhor "vá trabalhando esta terra boa de sua juventude". Isto ocorreu em missa na paróquia de Santo Antônio de Pádua, com a que se deu início ao ano letivo no seminário diocesano.

Na missa foram recebidos novos jovens que entram no ano preparatório.
O prelado também refletiu sobre a Quaresma.

"A Quaresma tem sentido se olharmos o horizonte último de nossa própria Páscoa, isto é; reviver em nós a paixão de Cristo para morrer a nosso próprio pecado e ressuscitar a vida da graça". É preciso neste tempo cultivar "um vínculo real e não aparente" com Cristo, que deve ser descoberto na própria história pessoal. "Ele -acrescentou- nos premiou imerecidamente com o dom da Fé; presente que implica a responsabilidade ineludível de responder-lhe não só dizendo "sim, creio", mas com a consequente missão que essa Fé traz consigo".

Ao comentar o Evangelho da Transfiguração, Dom Zanchetta disse que o caminho do discípulo é seguir os passos do Maestro, em toda situação: "A Igreja nos coloca diante do desafio de meditar e refletir sobre nossas próprias tentações. Essas que nos mobilizam não precisamente até o encontro com a vida, mas que nos atam às seduções do mundo e tantas vezes a desandar caminhos. Por isso o Evangelho nos enfrenta com uma palavra sempre nova, que mais de uma vez não queremos escutar. Cristo também hoje nos desafia a ter uma mente aberta e um coração crente para compreender que nosso caminho tem que assumir a cruz da renúncia e o sacrifício como oferenda de amor", expressou o Bispo.

Dom Zanchetta concluiu sua homilia alentando aos seminaristas a "dar a vida a favor deste povo bom".


Fonte: Gaudium Press

Sourses: PMNSFI

Os 50 anos das Missões Diocesanas Bascas no Zaire

Há cinquenta anos, um grupo de missionários rumou para o Zaire, hoje República Democrática do Congo. Um início que teve dificuldades, mas cuja semente deu grandes frutos, os quais perduraram por cinco décadas.
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Em entrevista dada a conhecer pela Diocese espanhola de Bilbao, o Padre Luis M. Guerrikagoitia, um dos sacerdotes missionários do antigo Zaire, conta como começou a missão em Mufunga, Diocese de Lubumbashi, na Província de Katanga: "Os primeiros a ir para lá foram Luis Etxeberria e Florencio Llorente, que com a desculpa de reforçar a missão de Ruanda viajaram para aquele país em fevereiro de 1964. Em novembro já estavam no Zaire, e passaram os primeiros meses ajudando a um Padre Beneditino em uma Missão no interior da savana, à espera de um destino definitivo".
Narra que a ele, junto com outro missionário, lhe foi enviado inicialmente a Ndola, Zambia e no dia 21 de fevereiro de 1965 chegaram Mufunga: "No domingo, 21 de fevereiro de 1965, ao cair da tarde, já na escuridão africana, pisávamos em terra de Mufunga. Nosso destino: aliviar os três Padres Beneditinos até então responsáveis da Missão de Mufunga, situada a 385 quilômetros ao Norte, a partir de Lubumbashi, em plena savana".
Uma missão que não foi fácil em seu início sobretudo pelas difíceis condições do lugar: "Éramos sacerdotes, e íamos, evidentemente proclamar o Evangelho, a iniciar na Fé, batizar, casar (...) Mas logo constataríamos que viviam imersos em um mundo de insegurança, de medo, quando no terror, a partir da ameaça dos 'maus espíritos', do 'poder de fazer mal'".
"Pouco tempo depois -prossegue o Padre Guerrikagoitia-, 'despertados' já em alguma medida dos mesmos missionários beneditinos e, adicionalmente, testemunhas do sofrimento de muitas de nossas pessoas, constataríamos que a nossa condição de evangelizadores nos acrescenta o dever de romper com aquela 'espécie de corrente que escravizavam'".
Mas a República Democrática do Congo não é o único lugar das Missões Diocesanas Bascas. Elas, como expõem a Diocese de Bilbao, são a concretização do compromisso missionário das jurisdições eclesiais de Vitoria-Gasteiz, San Sebastián e, naturalmente, Bilbao, que se realizam desde 1948.
As missões das dioceses bascas nasceram com a saída até Los Ríos no Equador, que foi a primeira expedição composta por oito missionários da Diocese de Vitória. A partir de 1959 surgem sucessivas missões na Venezuela, Ruanda, Chile, Brasil e Zaire.
Desde o seu início, mais de 500 missionários serviram nestes lugares, alguns por um ano que é o serviço mínimo- e outros por mais de 40 anos. Seu objetivo principal foi o de colaborar com as Igrejas locais na evangelização.


Fonte: Gaudium Press

Sourses: PMNSFI

Arquidiocese de Natal celebra a memória litúrgica de seus mártires

A Arquidiocese de Natal, no Rio Grande do Norte, realiza nesta quinta-feira, 5 de março, a cerimônia pelos 15 anos da beatificação dos Bem Aventurados Mártires de Cunhaú e Uruaçu, e pela memória dos sacerdotes André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro e do leigo Mateus Moreira e seus 27 companheiros.

Nesta ocasião, haverá uma programação que contará com momentos festivos, bem como de muita oração entre os fiéis do Estado.

Nesta quinta, acontece a ordenação sacerdotal dos diáconos Erivan Júnior e Wagner Martins, na Catedral Metropolitana de Natal, às 18h. No dia 15 de março, às 15h, será feita a Santa Missa às 10h, no Monumento dos Mártires, em Uruaçu, no município de São Gonçalo do Amarante. As duas celebrações serão presididas pelo Arcebispo Dom Jaime Vieira Rocha.
Na Igreja da capital do Rio Grande do Norte, existem diversas celebrações em homenagem aos Mártires, no mês de julho, situada na comunidade de Cunhaú, em Canguaretama.

No mês de outubro, os festejos são realizados no Monumento aos Mártires, na comunidade de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante.

Além disso, a Arquidiocese de Natal possui paróquias dedicadas aos Mártires, entre elas, a do Beato Ambrósio Francisco Ferro, no bairro Planalto; Beato Mateus Moreira, no bairro Cidade Verde, e Beato André de Soveral, em Emaús, assim como o Santuário dedicado aos Bem Aventurados Mártires, no bairro de Nazaré.

Fonte: Gaudium Press e Arquidiocese de Natal
Sourses: PMNSFI


Missa reúne chilenos e argentinos aos pés da Imagem de Cristo del Tromém

Missa reúne a chilenos e argentinos aos pés de imagem do Cristo del Tromén 1.jpg
Altar em que foi celebrado a Missa em honra a Cristo del Tromém
Mais uma vez chilenos e argentinos se encontraram no último final de semana para celebrar uma Missa que há 65 anos ocorre na fronteira Mamuil Malal de Curarrehue, onde se encontra o venerado Cristo del Tromén, e onde ano a ano se unem milhares de peregrinos procedentes de ambos países.
A Santa Missa, celebrada sob os pés da venerada imagem de Jesus Crucificado, foi presidida por Dom Francisco Javier Stegmeier, Bispo de Villarrica, Chile, e concelebrada por Dom Virgilio Bressanelli SCJ, Bispo de Neuquén, Argentina, que expressou: "É belo saber que em distintas partes desta cordilheira seguiremos celebrando nossa irmandade. Isto quer dizer que realmente as fronteiras não foram feitas por Deus mas pela realidade humana. Somos uma família só, família de Deus. Celebremos sempre ser irmãos entre nós para que não haja cordilheiras que nos dividam".

Por sua vez, o Bispo de Villarrica agradeceu a presença dos milhares de fiéis que se reuniram na fronteira (calculam-se mais de 2 mil), assim como as paróquias do Chile e Argentina que organizaram a peregrinação. Ao concluir a Missa, o prelado anunciou que a Celebração Eucarística será realizada anualmente no primeiro domingo de março.

Somente em uma ocasião não foi realizada esta celebração, e foi no ano de 2010, ano do terremoto no Chile. Como recordou o Diácono Fernando Javier Gómez, da paróquia de Nossa Senhora das Neves de Junín dos Andes, Argentina, "a única vez que o encontro não pode ser realizado foi em 2010, por causa do terremoto que assolou o país trasandino. No entanto, ambos povos continuamos incluindo esse sexagésimo encontro em nossas memórias já que não ocorreu fisicamente, mas o fizemos espiritualmente".

A Eucaristia na fronteira nasceu em fevereiro de 1950, quando o sacerdote Francisco Subercaseaux, primeiro chileno capuchinho, que então era pároco de Pucón e missionário na Araucanía Chilena -posteriormente foi Bispo de Osorno-, abençoou a imagem do Cristo Crucificado de Tromén.

Missa reúne a chilenos e argentinos aos pés de imagem do Cristo del Tromén 2.jpg
Caminhada pelas Panícies e Cordilheiras
O propósito do sacerdote era fortalecer as relações de paz entre Argentina e Chile, países que naquele então enfrentavam uma forte disputa limítrofe. A partir dali, todos os anos se reúnem as comunidades de Junín dos Andes, Curarrehue, Pucón e Villarica, que rezam pela paz e recordam ao Padre Subercaseaux.
O sacerdote, que nasceu em Santiago do Chile no dia 23 de setembro de 1908 e faleceu em Pucón no dia 04 de janeiro de 1982, já foi declarado venerável pelo Papa Francisco. É recordado pelo seu trabalho missionário que se destacou por sua proximidade com o povo mapuche e também porque recorreu a pé largas distâncias pelas planícies e cordilheiras.

Várias são as obras que ele promoveu, como o Mosteiro de Santa Clara das Irmãs Capuchinhas, o Hospital de São Francisco (fundado em 1947), a gruta de Nossa Senhora de Lourdes em Pucón, além do Cristo del Tromén, entre outras.



Postado por: PMNSFI

terça-feira, 3 de março de 2015

“Ouvir Cristo comporta assumir a lógica de seu mistério pascal”, afirma Papa no Angelus

papa_francisco.jpgRoma de manhã ensolarada e com uma temperatura amena, a Praça São Pedro ficou repleta com milhares de fiéis e peregrinos que vieram rezar com o Papa a oração mariana do Ângelus, nesse primeiro de fevereiro, segundo domingo da quaresma.
Antes de rezar o Ângelus, o Papa Francisco lembrou que a liturgia do dia tratava do Transfiguração de Cristo. Foi ai que o Pontífice fez uma recomendação aos fiéis que o ouviam: "Despojar-se dos bens mundanos para conquistar uma autêntica liberdade interior".

Francisco exortou os fiéis: "Escutem Jesus, é Ele o Salvador, sigam-no!". E exortou a todos: "ouvir Cristo comporta assumir a lógica de seu mistério pascal, colocar-se em caminho com Ele para fazer da própria existência um dom de amor aos outros, em dócil obediência à vontade de Deus, com atitude de despojamento das coisas mundanas e de liberdade interior".

O Papa aprofundou seu pensamento dizendo que "é preciso estar pronto a perder a própria vida para que se realize o plano divino da redenção de todos os homens".

Ao tratar do trecho do Evangelho que trata da Transfiguração de Jesus no monte Tabor, Francisco convidou todos para uma transfiguração pessoal: "Subamos nós também ao monte da Transfiguração e paremos para contemplar o rosto de Jesus, para colher a mensagem e traduzi-la em nossa vida, para que nós também possamos ser transfigurados pelo Amor".

As palavras finais de sua exortação foram para garantir que "Jesus nos conduz sempre à felicidade. Ele não nos engana: nos prometeu a felicidade e a dará, se seguirmos em seu caminho".


Postado por: Equipe de Coordenação - PMNSFI


Divulgadas as intenções do Papa Francisco para o mês de março

Intenções do Papa: Mês de Março 

Divulgadas as intenções do Papa Francisco para o mês de março.jpg
Papa em sua busca pela intenção do mês de março de 2015

Mensalmente o Santo Padre indica ao "Apostolado da Oração" as intenções que ele tem em suas orações e convida a todos os católicos a unirem suas orações às dele.
Para o mês de março o Pontífice deu como intenções: pelos cientistas ao serviço do bem e pelo contributo da mulher na Igreja.
Como intenção geral, o Papa exorta aos fiéis a rezarem pelos ". Para que todos aqueles que se dedicam à investigação científica se ponham ao serviço do bem integral da pessoa humana".
Já na intenção missionária os fiéis são convidados a orarem para que "se reconheça cada vez mais o contributo específico da mulher na vida da Igreja".

Sourses: Equipe de Coordenação - PMNSFI

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Por que me confessar?

A confissão oferece uma nova possibilidade de se converter e recobrar a graça da justificação


O coração do homem apresenta-se pesado e endurecido; é preciso que Deus lhe dê um coração novo. A conversão é, antes de tudo, uma obra divina que reconduz nosso coração ao Senhor: “Converte-nos a ti, Senhor, e nos converteremos” (Lm 5,21). Deus nos dá a força de começar de novo.
É descobrindo a grandeza do amor de Deus que nosso coração experimenta o horror e o peso do pecado, e começa a ter medo de ofender o Senhor pelo mesmo pecado e de ser separado d’Ele. O coração humano converte-se olhando para aquele que foi transpassado por nossos erros (CIC 1432). O pecado é uma palavra, um ato ou um desejo contrário à lei eterna. “É uma falta contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e ofende a solidariedade humana.” (cf. CIC 1849). Por este motivo, a conversão traz, ao mesmo tempo, o perdão de Deus e a reconciliação com a Igreja, e é isso que o Sacramento da Penitência e da Reconciliação exprime e realiza liturgicamente.

A confissão dos pecados graves e veniais

Cristo instituiu o sacramento da Penitência para todos os membros pecadores de sua Igreja; antes de tudo, para aqueles que, depois do batismo, cometeram pecado grave e, com isso, perderam a graça batismal e feriram a comunhão eclesial. É a eles que o sacramento da penitência oferece uma nova possibilidade de se converter e de recobrar a graça da justificação (CIC, 1446).
Comete-se um pecado grave quando, mesmo conhecendo a lei de Deus, se pratica uma ação voluntariamente contra as normas prescritas nos dez mandamentos (cf. CIC 1857-1861). O pecado mortal destrói a caridade no coração do homem por uma infração grave da lei de Deus; desvia o homem d’Ele, que é seu fim último e sua bem-aventurança, preferindo um bem inferior. […]
O pecado mortal, atacando em nós o princípio vital que é a caridade, exige uma nova iniciativa da misericórdia de Deus e uma conversão do coração, que se realiza normalmente no sacramento da reconciliação (CIC 1855, 1856).
A declaração dos pecados ao sacerdote constitui uma parte essencial do sacramento da penitência: “Os penitentes devem, na confissão, enumerar todos os pecados mortais de que têm consciência depois de examinar-se seriamente, mesmo que esses pecados sejam muito secretos e tenham sido cometidos somente contra os dois últimos preceitos do decálogo, pois, às vezes, esses pecados ferem gravemente a alma e são mais prejudiciais do que os outros que foram cometidos à vista e conhecimento de todos” (CIC, 1456).
Todo fiel, depois de ter chegado à idade da discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados graves. Aquele que tem consciência de ter cometido um pecado mortal não deve receber a Sagrada Comunhão, mesmo que esteja profundamente contrito, sem receber previamente a absolvição sacramental, a menos que tenha um motivo grave para comungar e lhe seja impossível chegar a um confessor (cf. CDC, 916; cf. CIC, 1457).
“Procurai o Senhor enquanto é possível encontrá-lo, chamai por Ele, agora que está perto. Que o malvado abandone o mau caminho, que o perverso mude seus planos, cada um se volte para o Senhor, que vai ter compaixão, retorne para o nosso Deus, imenso no perdoar. Pois os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são os meus – oráculo do Senhor” (Is 55,6-8).
“Lâmpada para meus passos é tua palavra e luz no meu caminho” (Sl 118,105).
O pecado venial (pecado ou falta leve), mesmo não rompendo a comunhão com Deus, “enfraquece a caridade, traduz uma afeição desordenada pelos bens criados, impede o progresso da alma no exercício das virtudes e a prática do bem moral e merece penas temporais. O pecado venial deliberado e que fica sem arrependimento dispõe-nos pouco a pouco a cometer o pecado mortal” ( CIC, 1863).
Por isso, a Igreja vivamente recomenda a confissão frequente destes pecados cotidianos (CDC 988). A confissão regular dos pecados veniais ajuda-nos a formar nossa consciência, a lutar contra nossas más inclinações, a deixar-nos curar por Cristo, a progredir na vida do Espírito. Recebendo mais frequentemente, por meio deste sacramento, o dom da misericórdia do Pai, somos levados a ser misericordiosos como Ele (cf. LG 40,42; CIC, 1458).
“Mesmo se a Igreja não nos obriga à confissão frequente, a negligência em recorrer a ela é pelo menos uma imperfeição e pode tornar-se até um pecado, pois a confissão frequente é o único meio para o cristão evitar o pecado grave” (Sto. Afonso de Liguori, Teol. Mor., VI, 437).
A recusa de confessar-se frequentemente é considerada uma culpa grave. Permanecer nesta condição voluntariamente é uma culpa grave contra a prudência e contra a caridade devida a Deus e a si mesmo.
Trecho retirado do livro: Confessar-se como e por quê?

Fonte: Canção Nova
                    

Bispo de Cajazeiras revela que padres e seminaristas da Diocese ainda estão sendo ameaçados e difamados

bispo-01O Bispo da Diocese de Cajazeiras, Dom José González, concedeu entrevista coletiva a imprensa cajazeirense, na manhã desta sexta-feira (27) para falar sobre a Campanha da Fraternidade, com o objetivo de deixar o tema conhecido também pelos meios sociais de comunicação local e que, este ano, envolve dois dos pilares mais importantes da humanidade, Fraternidade: Igreja e Sociedade.
Na coletiva, que aconteceu no auditório do Centro Pastoral, Dom José fez um relato das ações desenvolvidas pela Diocese, com destaque para as ações sociais que são desenvolvidas graças às ajudas da comunidade católica.
O Bispo cajazeirense também se referiu as ameaças anônimas e o processo de difamação que vários integrantes da Diocese, como padres e seminaristas, continuam sofrendo, informando que o inquérito que apura o caso já foi concluído e remetido para a justiça – “Espero que a justiça faça justiça”, resumiu Dom José González.
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Episcopado norte-americano lança série de livros sobre os sacramentos

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Livros dos Sacramentos, lançados por Episcopado norte-americano
Com o objetivo de oferecer aos fiéis recursos que lhes ajudem a crescer em sua vida de Fé, a Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), a partir da sessão editorial a cargo do Departamento de Comunicações do organismo eclesial, foi lançado uma série de livros sobre os sete sacramentos.
"Uma profunda compreensão dos sacramentos da Igreja significa uma profunda vida espiritual, e esta série é o lugar perfeito para começar. Escritos a partir de uma perspectiva pastoral, cada pequeno volume oferece ao leitor um ponto de partida para a reflexão, a oração e o estudo", diz a USCCB a partir de sua sessão editorial.

A série percorre os sete Sacramentos, começando por uma viagem através do Batismo, no qual se expõem sua história, assim como as Sagradas Escrituras, o rito e o efeito entorno deste sacramento de iniciação cristã. Elementos que são de grande utilidade para os pais de família e padrinhos.

Com o livro acerca da Confirmação se busca, por outra parte, infundir no leitor a compreensão sobre o poder do Espírito Santo. De uma maneira próximo -segundo se descreve na sinopse- se relatam os Fatos dos Apóstolos, se aprofunda em sua base bíblica e se oferece um guia sobre o rito da Confirmação, elementos importantes para aqueles que se preparam para recebê-la. Já no texto sobre a Eucaristia, o leitor encontrará uma profunda apreciação sobre o principal dos sacramentos, assim como um guia para aproximar-se e preparar-se para a Santa Missa.

Por outro lado, o livro sobre o Sacramento da Penitência, "escrito a partir do coração de um pastor a uma alma", oferece elementos para aqueles que se preparam para receber pela primeira vez, ou depois de muito tempo, o perdão de Deus através da reconciliação; o texto da unção dos enfermos, expõem por meio de sete perguntas e respostas os ensinamentos da Igreja sobre o que é, talvez, um dos sacramentos menos compreendidos.

Finalmente os últimos livros falam dos sacramentos que estão à serviço da comunhão e missão dos fiéis: o Matrimônio e as Ordens Sagradas. No primeiro deles não apenas se fala dos ensinamentos da Igreja Católica, mas se oferecem conselhos práticos para sua preparação. O segundo, por sua vez aprofunda no mistério do ministério sacerdotal.

O Catecismo da Igreja Católica recorda que os Sacramentos foram instituídos pelo mesmo Cristo, e correspondem a todas as etapas e momentos importantes da vida do cristão: "do nascimento e crescimento, cura e missão à vida de Fé dos cristãos. Há aqui uma certa semelhança entre as etapas da vida natural e as etapas da vida espiritual (...) Os sacramentos formam um organismo no qual cada sacramento particular tem seu lugar vital. Neste organismo, a Missa ocupa um lugar único, enquanto 'sacramento e sacramentos': 'todos os outros sacramentos estão ordenados a este como a seu fim'", sublinha tendo em conta a Suma Teológica' de Santo Tomás de Aquino.

Sourses: MatheusKFSilva

Pela primeira vez se realizará o encontro dos Bispos eméritos do Caribe e América Latina

Um evento sem precedentes ocorrerá no próximo mês em Bogotá, Colômbia. Trata-se do Primeiro Encontro de Bispos Eméritos da América Latina e do Caribe organizado pelo Departamento de Comunhão Eclesial e Diálogo na área de Conferências Episcopais e Igreja particulares do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM).
Pela primeira vez se realizará um encontro dos Bispos Eméritos da América Latina e do Caribe.jpg"A Igreja busca oferecer uma atenção especial àquele Bispos de toda América Latina e do Caribe que depois de anos de trabalho pastoral e de condução das dioceses se encontram em retiro de trabalhos", explica o órgão eclesial latino-americano em nota à imprensa.

O propósito do evento -que terá lugar nas instalações da Conferência Episcopal da Colômbia (CEC)- é o de "promover um espaço de encontro e diálogo fraterno para aprofundar sobre o Episcopado em meio de nossos pastores Eméritos, no formativo, e compartilhar sua realidade pastoral a qual são chamados durante toda sua vida".

Além disso, se procura gerar um espaço no qual os Bispos Eméritos contribuam na criação de novos caminhos de missão a partir de sua experiência e sabedoria: "Toda pessoa consagrada ao trabalho evangelizador deve permanecer em uma constante busca no aprofundar o Mistério de Deus em sua vida, na ação pastoral, na mesma espiritualidade a qual lhe conduzirá a descobrir novos caminhos de missão, o chamado de Deus se prolonga ao longo de toda a vida e é por isso que se quer caminhar com aqueles homens de Deus, que tiveram um chamado especial como Pastores, para dar a conhecer novos caminhos de Missão".

Bispos Emérito

De acordo com o Diretório para o Ministério Pastoral dos Bispos 'Apostolorum Successores' da Congregação para os Bispos, todo Bispo diocesano, Bispo Coadjuntor e Bispo Auxiliar ao cumprir 75 anos de idade, está convidado a apresentar ao Santo Padre a renúncia de seu ofício. Uma vez que se publique a aceitação da renúncia por parte do Papa, o Bispo diocesano assume o título de Bispo Emérito da Diocese, enquanto que o Bispo Auxiliar conserva o título com o apelativo de "ex Bispo Auxiliar".

Quanto a sua participação da vida da Igreja diocesana, o Bispo Emérito, se reside na Diocese, pode ser chamado pelo Bispo diocesano para a administração dos Sacramentos, especialmente o da Confissão e Confirmação. Conserva igualmente seu direito de administrar a Ordem Diaconal, o Matrimônio e no foro sacramental pode perdoar as penas 'latae sententia' que não são reservadas à Sé Apostólica. Também, se o Bispo diocesano o considerar oportuno, pode confiar-lhe alguma missão especial.

"O Bispos diocesano apreciará o bem qu eu Bispo Emérito cumpre na Igreja em geral, e em particular na Diocese, com a oração, às vezes com o sofrimento aceito por amor, com o exemplo de vida sacerdotal e com o conselho, quando lhe foi solicitado", sublinha a Congregação para os Bispos no Diretório 'Apostolorum Successores'.

Em relação com a Igreja Universal, o Bispo Emérito continua sendo membro do Colégio episcopal em virtude da consagração sacramental, com o direito de continuar ajudando ao Romano Pontífice e de colaborar com ele para o bem de toda a Igreja. Neste sentido, até a idade de 80 anos, pode ser nomeado membro e ser consultor dos dicastérios vaticanos.

Sourses: MariaAFPereira



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Santo Padre será presentado com a “Obra Completa do Padre Antônio Vieira”

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Na próxima Audiência Geral, no dia 4 de março, no Vaticano, o Santo Padre receberá a "Obra Completa do Padre Antônio Vieira", editada pelo "Círculo de Leitores", editora de Portugal.
De acordo com a editora portuguesa, responsável pela publicação dos 30 volumes da obra completa do sacerdote português, "Os especialistas encontram um grande paralelismo no caráter, nas atitudes, na maneira de enfrentar as questões, nos diagnósticos e nas propostas do Papa Francisco, formado na Companhia de Jesus, e os do jesuíta Antônio Vieira".
A obra será apresentada neste dia pelo bispo e delegado no Conselho Pontifício da Cultura, Dom Carlos Azevedo, no período vespertino, no Instituto Português de Santo Antônio de Roma, "onde Vieira pregou importantes sermões".
Segundo a editora "Círculo de Leitores", a publicação é considerada um "feito histórico no quadro da história da edição em Portugal".
"É a primeira vez que se publica uma obra de tão grande dimensão, complexidade e qualidade em tão poucos anos preparada por uma equipe luso-brasileira", ressaltou.
A comitiva, que ficará a cargo de transportar a "Obra Completa do Padre Antônio Vieira" será composta pelo Reitor emérito da Universidade de Lisboa, Antônio Nóvoa, o atual Reitor, Antônio Cruz Serra, e pelos membros do Conselho de Administração, da Direção Editorial do Círculo de Leitores e da comissão coordenadora do projeto Vieira Global.

Durante retiro em Ariccia, na Itália, Papa acompanha pregações sobre a Quaresma

Durante o retiro espiritual que vem sendo realizado na Casa Divino Mestre, em Ariccia, na Itália, o Papa Francisco tem acompanhado junto com os demais religiosos presentes as pregações do Padre Bruno Secondin, baseadas na leitura pastoral do Profeta Elias.

Nesta quarta-feira, 25, o Padre Secondin fez uma análise mais detalhada do diálogo entre Deus e o Profeta, em que o Senhor o obriga a olhar para dentro de si e a dar voz às suas inquietações.

Segundo o sacerdote, na Quaresma, "também nós somos chamados a reencontrar frescor e colocar-nos a caminho. E se estamos como Elias, desiludidos, cansados, acreditando ser melhor que os outros, deixemo-nos surpreender por Deus e iniciemos um novo caminho".

"Retome o caminho nas periferias, celebrando nas barracas, almoçando com quem tem pouco para comer. Ali, entenderá onde Deus o espera", continuou.
O retiro do Papa e de seus colaboradores será concluído nesta sexta-feira, 27.