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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Como contemplar? Papa Francisco responde





CIDADE DO VATICANO - ROMA (04/02/2015, PMNSFI)

Durante a homilia da Missa que Francisco celebrou na Casa Santa Marta, mais uma vez, ele recomendou aos fiéis que lessem o Evangelho todos os dias. Mesmo que a leitura tivesse a duração de dez minutos:
‘Pegue o Evangelho, um pequeno trecho, imagine o que aconteceu e fale com Jesus sobre aquilo. Assim o seu olhar estará fixo em Jesus, e não tanto na novela, por exemplo; o seu ouvido estará fixo nas palavras de Jesus e não tanto nos diz-que-diz do vizinho, da vizinha", disse o Papa.

O Pontífice mostrou que contemplação cotidiana do Evangelho nos ajuda a ter a verdadeira esperança: "Qual é o cerne da esperança? Manter o olhar ‘fixo em Jesus'".

A homilia foi desenvolvida a partir da Carta dos Hebreus que fala justamente da esperança. Francisco sublinhou que sem ouvir o Senhor podemos "ser otimistas, positivos", mas a virtude da esperança se consegue somente olhando para Jesus.

Foi então que o Papa centralizou sua reflexão na "oração de contemplação", quando teve oportunidade de dizer que "faz bem rezar o Terço todos os dias" com o Senhor, com Nossa Senhora ou com os Santos. "Mas - acrescentou - é importante fazer a "oração de contemplação", que só se pode fazer "com o Evangelho na mão".

Como fazer contemplação
"Como fazer a contemplação com o Evangelho de hoje? Vejo que Jesus estava no meio do povo, uma multidão estava ao seu redor. Neste trecho, a palavra ‘multidão' é repetida cinco vezes. Ele não descansava nunca? Sempre com a multidão... Jesus passou a maior parte de sua vida na rua, com o povo... Uma vez só ele se repousou: diz o Evangelho que dormiu em um barco, mas chegou uma tempestade e os discípulos o acordaram. Jesus estava continuamente com as pessoas. E olhando assim para Jesus, eu o imagino assim, o contemplo e lhe digo o que me passa pela cabeça".

Foi com o Evangelho de hoje que o Papa quis mostrar como contemplar. Ele descreveu o que via no Evangelho, imaginava cenas, comentava e, depois, afirmou:

"O que eu fiz, com este Evangelho, foi justamente a oração de contemplação: pegar o Evangelho, ler e imaginar-me na cena, imaginar-me o que acontece e falar com Jesus, como me vem do coração. E com isso nós fazemos crescer a esperança, porque temos e mantemos fixo o olhar em Jesus. Façam esta oração de contemplação. ‘Mas eu tenho tanta coisa para fazer!'.

Foi então que ele recomendou: ‘Mas em sua casa, 15 minutos, pegue o Evangelho, um pequeno trecho, imagine o que aconteceu e fale com Jesus sobre aquilo. Assim o seu olhar estará fixo em Jesus, e não tanto na novela, por exemplo; o seu ouvido estará fixo nas palavras de Jesus e não tanto nos diz-que-diz do vizinho, da vizinha ...".
"E assim - reiterou - a oração de contemplação nos ajuda na esperança. Viver da substância do Evangelho. Rezar sempre!". Francisco convidou a "rezar as orações, rezar o Terço, falar com o Senhor, mas também fazer esta oração de contemplação para manter o nosso olhar fixo em Jesus". Desta oração, retomou eles, "vem a esperança". E assim "a nossa vida cristã se move naquela moldura, entre memória e esperança":
"Memória de todo o caminho passado, memória de tantas graças recebidas pelo Senhor; e esperança, olhando o Senhor, que é o único que pode dar-me a esperança. E para olhar o Senhor, para conhecê-Lo, peguemos o Evangelho e façamos esta oração de contemplação. Hoje, por exemplo, procurem 10 minutos, 15, não mais que isso, leiam o Evangelho, imaginem e digam algo a Jesus. E nada mais. E assim o seu conhecimento de Jesus será maior e a sua esperança crescerá. Não se esqueçam, mantendo o olhar fixo em Jesus. E por isso a oração de contemplação". 

FONTE: GAUDIUM PRESS

Compromissos do Santo Padre em uma semana





CIDADE DO VATICANO - ROMA (04/02/2015, PMNSFI)

O mês de fevereiro começa com a agenda do Papa Francisco repleta de obrigações e compromissos. Todos eles com suas características próprias e diferenças acentuadas, todos com o peso de suas responsabilidades e dificuldades. E todos serão cumpridos...

Na segunda feira, 02, na Basílica de São Pedro, o Papa Francisco presidiu uma Santa Missa pela Jornada Mundial da Vida Consagrada. Este evento religioso faz parte das comemorações do Ano da Vida Consagrada, celebrado atualmente na Igreja, em todo mundo.

Na quarta-feira, 03, inicia-se a temporada de importantes reuniões no Vaticano. Entre elas está a Plenária do Pontifício Conselho da cultura sobre a mulher; e a Plenária do Pontifício Conselho dos Leigos, sobre a Pastoral das grandes cidades.
Ainda nesse dia, o Papa cumprirá também seu compromisso semanal das quartas-feiras: a Audiência Geral com milhares de fiéis e peregrinos na Sala Paulo VI.

Na quinta-Feira, 05, Francisco deverá encerrar o 4º Congresso Mundial Educativo de Escolas Ocorrentes. Na ocasião o Papa manterá encontro com crianças e jovens portadores de autismo e outras incapacidades.

Sexta feira, 06, no Vaticano, inicia-se a primeira reunião plenária da Comissão para a proteção dos menores, com o Cardeal Sean O'Malley.

Como em todas as semanas, neste domingo, 07, o Papa vai à Praça São Pedro para receber milhares de fiéis que ao meio ouvem sua catequese e rezam com ele a Oração Mariana do Angelus.

Ainda no domingo, na parte da tarde, o Santo Padre ainda visitará a Paróquia de São Miguel Arcanjo, em Pietralata, na periferia de Roma.


FONTE: GAUDIUM PRESS

BOLETIM: EQUIPE DE COORDENAÇÃO

BOLETIM INFORMATIVO.: 00026/2015
ITAPORANGA/PARAÍBA/BRASIL






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Tenho visto o amor da Mãe por interseção de seu Filho na vida de muitas pessoas, através de testemunhos, agradecendo graças alcançadas. Valendo salientar que os meios de comunicação, hoje, têm sido um grande instrumento de Devoção para muitos.  

   O desafio a ser enfrentado todos os dias, são os de amar a Deus sobre todas as coisas, e respeitar e amar a todos os nossos semelhantes, que muitas vezes o criticamos sem ao menos poder trocar uma palavra. Que Deus traga a conversão para nossos corações e que Ele possa transformar nossas vidas.

   A Palavra de Deus é alimento para nossa alma. É força para nosso itinerário rumo à Salvação. E para dias melhores. Temos buscado cumprir essa missão?. Que o Pai atenda a todos os nossos pedidos e que Ele nos acolha dentre o seu ditoso número de filhos e filhas. Quando nos unimos numa só Fé, e colaboramos a promover a missão de pregar a Palavra, inúmeras conversões aconteçam e muitos passem a trilhar um caminho novo e iluminado, como o próprio Cristo vêm nos dizer: "Eu sou a Luz do mundo, quem vem a Mim não andarás mais nas trevas e sim na Luz eterna, pelo qual não me recordo e capítulo e versículo agora.

   Que a Fé entre em nosso corações e faça prodígios. Que haja Fé e paz no mundo. Que as pessoas voltem mais para Deus, experimentando do amor que: salva, cura e liberta.

   Que a bênção do Senhor desça sobre você e sua família, estivemos reunidos, em nome do Pai, Filho e Espírito Santo (+), 

Amém!

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Na Missa da Jornada pela Vida Consagrada, Pontífice fala da obediência e sabedoria




CIDADE DO VATICANO - ROMA (04/2/2015, PMNSFI)

Na Missa da Jornada pela Vida Consagrada, Papa fala da obediência e da sabedoria.jpg

Desde que São João Paulo II a instituiu em 1997, todo dia 02 de fevereiro a Igreja universal celebra a Jornada Mundial da Vida Consagrada. Neste ano essa celebração teve uma nota de maior relevo, pois este é o Ano que o Papa Francisco assinalou como comemorativo daqueles que entregaram sua vida a Deus no estado de perfeição evangélica. Neste ano se vive a XIX Jornada, coincidindo com a Festa da Apresentação de Jesus, que foi tema também da prédica do Papa Francisco na Basílica Vaticana.
O Papa convidou aos fiéis na Basílica de São Pedro a visualizar um quadro: "Ponhamos diante dos olhos da mente o ícone de Maria Mãe que vai com o Menino Jesus nos braços. O leva ao Templo, o leva ao povo, o leva para se encontrar com seu povo". "Maria que entra no templo com Menino nos braços. A Virgem é a que vai caminhando, mas seu Filho vai adiante dela. Ela o leva, mas é Ele quem a leva a Ela por esse caminho de Deus, que vem a nós para que nós possamos ir a Ele".
Jesus veio ao mundo através da Virgem, e na cena da apresentação a Virgem e Jesus vão até Deus. São percursos que ensinam aos religiosos. "Jesus percorreu nosso mesmo caminho para mostrar-nos o caminho novo, quer dizer o 'caminho novo e vivo' (Hb 10, 20) que é Ele mesmo. E para nós, os consagrados, este é o único caminho concreto e sem alternativas, devemos percorrê-lo com alegria e esperança".
O Pontífice ressaltou a obediência de Jesus à lei de Deus, manifestada na Apresentação no Templo. Obediência que significa humildade e que deve ser divisa do religioso: "Quem segue a Jesus se põem no caminho da obediência, imitando de alguma maneira a 'condescendência' do Senhor, abaixando-se e fazendo sua a vontade do Pai, inclusive até a negação e a humilhação de si mesmo (Flp 2,7-8)". É um "abaixar-se fazendo-se servo para servir".
É por meio do serviço humilde, após os passos de Jesus, que se alcança a "Sabedoria, que não é uma atitude abstrata mas obra e dom do Espírito Santo, e um sinal evidente desta sabedoria é a alegria. Sim, a alegria evangélica do religioso é consequência do caminho de abaixamento com Jesus... E, quando estamos tristes, quando nos queixamos, nos fará bem perguntar-nos como estamos vivendo esta dimensão kenotika", expressou o Pontífice.
Esse é o caminho que haviam percorrido os dois anciãos presentes na Apresentação, Ana e Simeão, "pessoas dóceis ao Espírito Santo (se lhe nomeia três vezes), guiadas por Ele, animadas por Ele. O Senhor lhes concedeu a sabedoria após um longo caminho de obediência a sua lei, obediência que, de uma parte, humilha e nega a si mesmo, mas, por outra parte, a obediência acende e custodia a esperança, fazendo-a criativa, porque estavam cheios de Espírito Santo".
O Papa afirma que também Simeão toma o Menino entre seus braços, "mas, na realidade, é o Menino quem o agarra e o guia. A liturgia das primeiras Vésperas da Festa de hoje o expressa clara e concisamente: 'Senex puerum portabat, puer autem senem regebat'. Tanto Maria, jovem mãe, como Simeão, ancião 'avô', levam ao Menino nos braços, mas é o mesmo Menino quem os guia a eles".
Finalmente aos religiosos o Pontífice convidou à obediência, a obediência ao fundador, a docilidade e obediência a uma regra de vida, e a maturação da sabedoria pessoal e comunitária.



FONTE: GAUDIUM PRESS

Sourses: Redação da Equipe de Coordenação

A Planária do Pontifício Conselho para Leigos vai tratar da PASTORAL URBANA





CIDADE DO VATICANO - ROMA (04/02/2015, PMNSFI)

A 27ª Plenária do Pontifício Conselho para os Leigos deverá ter seu início no próximo dia a 05 e fevereiro e prolonga-se até o dia 07.

"Encontrar Deus no coração da cidade - cenário de evangelização para o terceiro milênio" será o tema a ser desenvolvido nesse encontro que será concluído com uma audiência com o Papa Francisco. 

Em nota, o Dicastério explica que a Plenária pretende refletir em particular sobre a questão da urbanização, fenômeno que desperta "um crescente interesse no magistério ordinário da Igreja", a partir de Paulo VI até o Papa Francisco.

Como se sabe, quando ainda era Arcebispo de Buenos Aires, Dom Jorge Mario Bergoglio promoveu sobre este tema um evento que teve muita repercussão e cujo conteúdo foi pulicado posteriormente em forma de livro com o título de "Deus na cidade".

A nota do Pontifício Conselho para os Leigos ressalta que "Para o Pontífice a pastoral urbana é central". E, de tal modo isso é assim que na Exortação Apostólica Evangelii gaudium (n. 71-75) do Papa Francisco são encontradas referências sobre o assunto dessa pastoral. 


FONTE: GAUDIUM PRESS

Sourses: Redação da Equipe de Coordenação

Audiência Geral de Domingo: Santo Padre comenta o Evangelho do Dia






CIDADE DO VATICANO (04/02/2015, PMNSFI)

Na Audiência Geral de Domingo o Papa Francisco comentou o evangelho do dia em uma parte de sua alocução. O Papa quis ressaltar o primado da Palavra de Deus que deve "ser ouvida, acolhida e anunciada".

Ao entrar em Cafarnaum, segundo São Marcos, Jesus, com a sua pequena comunidade, não hesita a ir imediatamente à sinagoga. "Jesus não deixa para depois o anúncio do Evangelho, não pensa primeiro na acomodação logística, certamente necessária, de sua pequena comunidade, não perde tempo na organização."

"Sua preocupação principal" é de "comunicar a Palavra de Deus, com a força do Espírito Santo", observou o Pontífice. "E o povo na sinagoga fica espantado, porque Jesus ‘ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas'."

"Mas o que significa ‘com autoridade'?", perguntou Francisco. "Significa que nas palavras humanas de Jesus se sentia toda a força da Palavra de Deus, se sentia a própria autoridade de Deus, inspirador das Sagradas Escrituras." Foi a resposta dele.

Esta é uma das características da Palavra de Deus, observou o Papa: realiza aquilo que diz. "Porque a Palavra de Deus corresponde à sua vontade. Nós, ao invés, muitas vezes pronunciamos palavras vazias, sem raiz, ou palavras supérfluas, palavras que não correspondem à verdade. Ao invés, a Palavra de Deus corresponde à verdade, está unida à sua vontade e faz aquilo que diz."
De fato, observou Francisco, após ter pregado, Jesus demonstrou sua autoridade libertando um homem, presente na sinagoga, possuído pelo demônio.

"O Evangelho é Palavra de vida: não oprime as pessoas, pelo contrário, liberta aqueles que são escravos de tantos espíritos malvados deste mundo: a vaidade, o apego ao dinheiro, o orgulho, a sensualidade... O Evangelho muda o coração, muda a vida, transforma as inclinações ao mal em propósitos de bem." Disse o Papa.
Antes de despedir-se, o Papa pediu que não se esquecessem: "Leiam uma passagem do Evangelho todos os dias. É a força que nos transforma, transforma a vida, muda o coração". E exortou todos os cristãos a se tornarem missionários e arautos da Palavra de Deus.
Por fim, pediu à Virgem Maria que nos ensine "a sermos ouvintes assíduos e anunciadores críveis do Evangelho de Jesus" e concedeu a todos a sua Bênção apostólica.

FONTE: GAUDIUM PRESS
Sourses: Redação da Equipe de Coordenação

Na visita "ad Limina" dos bispos lituanos, Papa pede defesa da Família






CIDADE DO VATICANO (04/02/2015, PMNSFI)

Em exortação feita durante a visita "ad Limina" do episcopado da Lituânia, o Papa Francisco pediu aos bispos: "Empenhem-se em promover a família, contrastando o influxo de ideologias que querem desestabilizá-la",

Ao agradecer a forma heroica com que eles atravessaram os anos obscuros do regime comunista, o Pontífice alertou para os novos desafios como o secularismo e o relativismo e recomendou a todos do episcopado do país báltico a formar leigos convictos que possam dar uma valiosa contribuição à sociedade civil.

O Papa agradeceu a forma heroica com que eles atravessaram "o triste período da perseguição" e recordou o importante papel desempenhado pelos bispos da Lituânia na defesa da liberdade nos anos do regime comunista, observando que por um longo tempo a Igreja na Lituânia "foi oprimida por regimes fundamentados em ideologias contrárias à dignidade e à liberdade humana" e comentou que hoje a Igreja deve deparar com outros desafios, o "secularismo e o relativismo".

Advertiu ao Bispos que essas outras ideologias devem ser enfrentadas de duas maneiras, segundo ele: com o "anúncio incansável do Evangelho e dos valores cristãos" e com "um diálogo construtivo com todos, mesmo com aqueles que não pertencem à Igreja ou estão afastados da experiência religiosa".

O Pontífice voltou ainda ao seu pensamento sobre a família e aos "desafios a que é chamada a enfrentar em nosso tempo". Incentivou ao Bispos a "cuidarem da pastoral familiar, de forma que os cônjuges sintam a proximidade da comunidade cristã", uma vez que a Lituânia, como membro da União Europeia, está exposta "ao influxo de ideologias que gostariam de introduzir elementos de desestabilização nas famílias, fruto de um mal compreendido senso de liberdade pessoal".
"As seculares tradições lituanas - acrescentou - vos ajudarão a responder a tais desafios segundo a razão e segundo a fé".

Os Leigos
O Papa reservou parte de seu discurso do Papa foi dedicado aos leigos, quando ele ressaltou a importância da formação de "leigos convictos", que saibam assumir responsabilidades dentro da comunidade eclesial e dar uma valiosa contribuição cristã à sociedade civil". "Os leigos - salientou Francisco - devem ser encorajados a estar presentes, com a força de uma fé adulta, no âmbito civl, cultural, político e social".

Seminaristas
O Pontífice também pede aos bispos uma particular atenção aos seminaristas, sacerdotes, pessoas consagradas, ressaltando a importância da "educação à pobreza evangélica e à gestão dos bens materiais segundo os princípios da Doutrina Social da Igreja".
Por fim, um pensamento dirigido aos pobres, pois "não obstante o desenvolvimento econômico - disse Francisco - na Lituânia existem tantos necessitados, desempregados, doentes, abandonados": "Sejam próximos a eles não esquecendo quantos, sobretudo jovens, deixam o país em busca de um novo caminho no exterior".


FONTE: GAUDIUM PRESS

Sourses: Redação da Equipe de Coordenação

"No dia 6 de junho irei a Sarajevo", anuncia o Papa Francisco





CIDADE DE ROMA - ROMA (04/02/2015, PMNSFI)

"Sábado, 6 de junho, se Deus quiser, irei a Sarajevo, capital da Bósnia-Herzegóvina", essa foi a afirmação que surpreendeu a todos que estavam na Praça São Pedro para a Audiência Geral deste domingo, quando, ao meio-dia, o Papa Francisco, da janela do palácio apostólico fez pessoalmente o anuncio da viagem.

"Desde já, peço a vocês que rezem a fim de que a minha visita àquelas queridas populações seja de encorajamento para os fiéis católicos, suscite fermentos de bem e contribua para a consolidação da fraternidade e da paz", pediu Francisco.

Será a 11ª viagem do Papa Francisco, em dois anos de Pontificado, a terceira deste ano, após Sri Lanka e Filipinas em janeiro passado, e Nápoles prevista para 21 de março.
A seguir, o Santo Padre irá a Turim, em 21 de junho, por ocasião da Exposição do Santo Sudário, e aos EUA para o VIII Encontro Mundial das Famílias, programado para realizar-se em Filadélfia, de 22 a 27 de setembro.

FONTE: GAUDIUM PRESS
Sourses: Redação da Equipe de Coordenação


Mensagem da Equipe de Coordenação

MENSAGEM DA EQUIPE DE COORDENAÇÃO// BOLETIM 00025/2015




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Caros Irmãos(ãs),
Salve Maria

    Estávamos em um congresso em João Pessoa, pelo qual o assunto em que estava sendo abordado era a CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2015/MARÇO. Então tivemos de nos ausentar por três dias (3 dias), mesmo a nossa Equipe de Apoio, ela que fica sujeita a auxiliar a EQUIPE DE COORDENAÇÃO, quando há algum imprevisto. Mas, como já havia explicado toda a nossa Equipe teve de comparecer, sendo que não disponibilizamos nenhum documentário, recado do Papa e nenhuma informação durante os dias percorridos. Então, agora, venho pedir em nome de todos que compõe o núcleo administrativo do nosso Projeto(PROPAGAÇÃO DA MENSAGEM DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM ITAPORANGA)vossa compreensão. 

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Sourses: Redação da Equipe de Coordenação

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Veja as notícias para domingo dia 1º de janeiro

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




EDIÇÕES ESPECIAIS(30/01/2015, PMNSFI)

Angelus

Da Praça de São Pedro, o Papa Francisco presidirá a recitação do Angelus.

INTERNET e RADIOCRONACHE:
Canal RV1: Comentários em Português para a área de Roma, em 93,3 MHz FM e via Internet.

Canal RV3: - Sound Internacional para a Europa Central em 9645 kHz SW e SW 11740 kHz, para a Europa Ocidental em SW 11740 kHz e 15595 kHz SW, para o Oriente Médio, África Ocidental, África Central e África Austral em 21560 kHz SW, para o área de Roma, em kHz 585 MW, 105,0 MHz FM e via Internet.

Canal RV4: -Commentary em Português via Internet.

Canal RV5: -International Som para a área de Roma, em kHz 585 MW, 105,0 MHz FM e via Internet.

Canal RV8: Som -International via Internet.

Satélites:
EUTELSAT: International Som

AOR-A1: Som Internacional

AOR-A2: Comentário em Português

AOR-A3: Som Internacional

FONTE: RÁDIO VATICANO

Papa modifica modalidade de entrega do pálio aos metropolitas

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga





Entrega dos Pálios aos metropolitas
O Papa Francisco modificou a modalidade de entrega do pálio aos novos arcebispos metropolitas. Com uma carta datada de 12 de janeiro de 2015 o Mons. Guido Marini, Mestre das Celebrações Pontifícias informou a todas as Nunciaturas Apostólicas sobre a decisão do Papa. A partir de agora a faixa de lã branca será entregue e não colocada pelo Santo Padre. Como manda a tradição a 29 de junho, na Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, o Papa entrega o pálio a cada um dos novos arcebispos metropolitas mas a imposição do Pálio aos novos arcebispos será realizada nas respetivas dioceses de origem pela mão dos Núncios Apostólicos locais. Entrevistado pela Rádio Vaticano, Mons. Marini fala do significado desta decisão do Papa:
“Recentemente o Santo Padre – após ter refletido – decidiu realizar uma pequena modificação no tradicional rito de imposição do pálio aos arcebispos metropolitas nomeados durante o ano. A modificação é a seguinte: o pálio, geralmente, era imposto pelo Santo Padre aos novos metropolitas por ocasião da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo. A partir do próximo 29 de junho, por ocasião da Solenidade dos Santos Pedro e Paulo, os Arcebispos – como de costume – estarão presentes em Roma, concelebrarão com o Santo Padre, participarão do rito da bênção dos pálios, mas não haverá a imposição: simplesmente receberão o pálio do Santo Padre em forma mais simples e privada. A imposição será efetuada depois, nas dioceses a que pertencem, ou seja, num segundo momento, na presença da Igreja local e em particular dos bispos das dioceses sufragâneas acompanhados pelos seus fiéis”.
 “O significado desta alteração é o de colocar em maior evidência a relação dos bispos metropolitas – os novos nomeados – com a sua Igreja local e assim dar também a possibilidade a mais fiéis de estarem presentes neste rito tão significativo para eles, e também particularmente aos bispos das dioceses sufragâneas, que deste modo, poderão participar do momento da imposição. Neste sentido, mantém-se todo o significado da celebração de 29 de junho, que sublinha a relação de comunhão e também de comunhão hierárquica entre o Santo Padre e os novos arcebispos; ao mesmo tempo, a isto se acrescenta – com um gesto significativo – esta ligação com a Igreja local”.
O pálio é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de 5cm de largura e dois apêndices – um na frente e outro nas costas. Possui seis cruzes bordadas em lã preta. É confecionado pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma, utilizando a lã de dois cordeiros que são oferecidos ao Papa no dia 21 de janeiro de cada ano na Solenidade de Santa Inês.
O uso do pálio, que nos primeiros séculos do Cristianismo era exclusivo dos Papas, passou a ser usado pelos Metropolitas a partir do século VI, tradição que perdura até aos nossos dias.
Os pálios, insígnias litúrgicas de ‘honra e jurisdição’, são envergados pelos arcebispos metropolitas nas suas igrejas e nas da sua província eclesiástica. O arcebispo metropolita preside a uma província eclesiástica, constituída por diversas dioceses. O pálio é símbolo do serviço e da promoção da comunhão na própria Província Eclesiástica e na sua comunhão com a Sé Apostólica.
FONTE: RÁDIO VATICANO

Biografia do Santo Padre: o Papa Francisco

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




Papa Francesco, Jorge Mario Bergoglio
Sua Santidade, Francisco

O primeiro Papa americano é o jesuíta argentino Jorge Mario Bergoglio, 76 anos, arcebispo de Buenos Aires. É uma figura de destaque no continente inteiro e um pastor simples e muito amado na sua diocese, que conheceu de lés a lés, viajando também de metro e de autocarro, durante os quinze anos do seu ministério episcopal.
«O meu povo é pobre e eu sou um deles», disse várias vezes para explicar a escolha de morar num apartamento e de preparar o jantar sozinho. Aos seus sacerdotes sempre recomendou misericórdia, coragem apostólica e portas abertas a todos. A pior coisa que pode acontecer na Igreja, explicou nalgumas circunstâncias, «é aquilo ao que de Lubac chama mundanidade espiritual», que significa «pôr-se a si mesmo no centro». E quando citava a justiça social, convidava em primeiro lugar a retomar nas mãos o catecismo, a redescobrir os dez mandamentos e as bem-aventuranças. O seu programa é simples: se seguirmos Cristo, compreenderemos que «espezinhar a dignidade de uma pessoa é pecado grave».
Não obstante a índole reservada — a sua biografia oficial é de poucas linhas, pelo menos até à nomeação como arcebispo de Buenos Aires — tornou-se um ponto de referência devido às suas tomadas de posição fortes durante a dramática crise económica que abalou o país em 2001.
Nasceu na capital argentina no dia 17 de Dezembro de 1936, filho de emigrantes piemonteses: o seu pai Mário trabalhava como contabilista no caminho de ferro; e a sua mãe Regina Sivori ocupava-se da casa e da educação dos cinco filhos.
Diplomou-se como técnico químico, e depois escolheu o caminho do sacerdócio, entrando no seminário diocesano de Villa Devoto. A 11 de Março de 1958 entrou no noviciado da Companhia de Jesus. Completou os estudos humanísticos no Chile e, tendo voltado para a Argentina, em 1963 obteve a licenciatura em filosofia no colégio de São José em San Miguel. De 1964 a 1965 foi professor de literatura e psicologia no colégio da Imaculada de Santa Fé e em 1966 ensinou estas mesmas matérias no colégio do Salvador, em Buenos Aires. De 1967 a 1970 estudou teologia, licenciando-se também no colégio de São José.
A 13 de Dezembro de 1969 foi ordenado sacerdote pelo arcebispo D. Ramón José Castellano. De 1970 a 1971 deu continuidade à sua preparação em Alcalá de Henares, na Espanha, e a 22 de Abril de 1973 emitiu a profissão perpétua nos jesuítas. Regressou à Argentina, onde foi mestre de noviços na Villa Barilari em San Miguel, professor na faculdade de teologia, consultor da província da Companhia de Jesus e também reitor do colégio.
No dia 31 de Julho de 1973 foi eleito provincial dos jesuítas da Argentina, cargo que desempenhou durante seis anos. Depois, retomou o trabalho no campo universitário e, de 1980 a 1986, foi novamente reitor do colégio de São José, e inclusive pároco em San Miguel. No mês de Março de 1986 partiu para a Alemanha, onde concluiu a tese de doutoramento; em seguida, os superiores enviaram-no para o colégio do Salvador em Buenos Aires e sucessivamente para a igreja da Companhia, na cidade de Córdova, onde foi director espiritual e confessor.
O cardeal Antonio Quarracino convidou-o a ser o seu estreito colaborador em Buenos Aires. Assim, a 20 de Maio de 1992 João Paulo II nomeou-o bispo titular de Auca e auxiliar de Buenos Aires. No dia 27 de Junho recebeu na catedral a ordenação episcopal precisamente do cardeal. Como lema, escolheu Miserando atque eligendo e no seu brasão inseriu o cristograma IHS, símbolo da Companhia de Jesus.
Concedeu a sua primeira entrevista como bispo a um pequeno jornal paroquial, «Estrellita de Belén». Tendo sido imediatamente nomeado vigário episcopal da região Flores, a 21 de Dezembro de 1993 foi-lhe confiada inclusive a tarefa de vigário-geral da arquidiocese. Portanto, não constituiu uma surpresa quando, a 3 de Junho de 1997, foi promovido arcebispo coadjutor de Buenos Aires. Nem sequer nove meses depois, com o falecimento do cardeal Quarracino, sucedeu-lhe a 28 de Fevereiro de 1998 como arcebispo, primaz da Argentina e ordinário para os fiéis de rito oriental residentes no país e desprovidos de ordinário do próprio rito. Três anos mais tarde, no Consistório de 21 de Fevereiro de 2001, João Paulo II criou-o cardeal, atribuindo-lhe o título de São Roberto Bellarmino. Convidou os fiéis a não virem a Roma para festejar a púrpura, mas a destinar aos pobres o dinheiro da viagem. Grão-chanceler da Universidade católica argentina, é autor dos livros Meditaciones para religiosos (1982), Reflexiones sobre la vida apostólica (1986) e Reflexiones de esperanza (1992).
Em Outubro de 2001 foi nomeado relator-geral adjunto da décima assembleia geral ordinária do Sínodo dos bispos, dedicada ao ministério episcopal. Uma tarefa que lhe foi confiada no último momento, em substituição do cardeal Edward Michael Egan, arcebispo de Nova Iorque, obrigado a permanecer na pátria por causa dos ataques terroristas de 11 de Setembro. No Sínodo, sublinhou de modo particular a «missão profética do bispo», o seu «ser profeta de justiça», o seu dever de «pregar incessantemente» a doutrina social da Igreja, mas também de «expressar um juízo autêntico em matéria de fé e de moral».
Entretanto, na América Latina a sua figura tornava-se cada vez mais popular. Não obstante isto, não perdeu a sobriedade da índole, nem o estilo de vida rigoroso, que chegou a ser definido quase «ascético». Com este espírito, em 2002 recusou a nomeação a presidente da Conferência episcopal argentina, mas três anos mais tarde foi eleito para tal cargo e depois confirmado por mais um triénio em 2008. Entretanto, em Abril de 2005, participou no conclave durante o qual tinha sido eleito Bento XVI.
Como arcebispo de Buenos Aires — diocese com mais de três milhões de habitantes — pensou num projecto missionário centrado na comunhão e na evangelização, com quatro finalidades principais: comunidades abertas e fraternas; protagonismo de um laicado consciente; evangelização destinada a cada habitante da cidade; assistência aos pobres e aos enfermos. O seu objectivo era reevangelizar Buenos Aires, «tendo em consideração os seus habitantes, o modo como ela é e a sua história». Convidou sacerdotes e leigos a trabalharem juntos. Em Setembro de 2009 lançou a campanha de solidariedade a nível nacional, em vista do bicentenário da independência do país: duzentas obras de caridade a realizar até 2016. E, em chave continental, alimenta fortes esperanças, no sulco da mensagem da Conferência de Aparecida, de 2007, chegando a defini-la «a Evangelii nuntiandi da América Latina».
Até ao início da sede vacante foi membro das Congregações para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para o Clero, para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica; do Pontifício Conselho para a Família, e da Pontifícia Comissão para a América Latina.

FONTE: VATICANO

Papa Francisco é convidado a visitar o Santuário da Padroeira de Minas

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga





O papa Francisco recebeu na manhã de quinta-feira, 29, o arcebispo metropolitano de Belo Horizonte (BH), dom Walmor Oliveira de Azevedo. Durante a audiência, dom Walmor agradeceu ao pontífice pelo trabalho que vem realizando na liderança da Igreja Católica, transmitindo ao papa a saudação e admiração da arquidiocese.
Durante o encontro, o arcebispo de Belo Horizonte convidou o Santo Padre para participar das celebrações dos 250 anos de história do povo mineiro peregrinando na fé ao Santuário Nossa Senhora da Piedade, em 2017. A santa é padroeira do estado de Minas Gerais.
Entre os temas tratados na audiência estiveram o novo caminho missionário da Igreja no mundo, no Brasil e em Minas Gerais. O papa e o arcebispo também conversaram sobre a situação social, econômica e política do país. “Foi um encontro emocionante que alegrou meu coração. A conversa com o Papa Francisco aumentou ainda mais a minha alegria de ser o primeiro servidor da amada arquidiocese de Belo Horizonte”, afirmou dom Walmor.
Além do encontro com o papa Francisco, dom Walmor participou durante a semana de reunião da Congregação para a Doutrina da Fé, no Vaticano. O arcebispo integra a Congregação desde agosto de 2009.

FONTE: Redação E CNBB
FONTE: ARQUIDIOCESE DE MINAS

Pedra do Mar Morto confirma divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga





Cientistas israelenses analisaram cuidadosamente uma laje de pedra (foto) com perto de 100 centímetros de altura que contém 87 linhas em hebraico. Ela data de vários lustros antes do nascimento de Jesus Cristo.

A descoberta abalou os círculos de arqueologia bíblica hebraicos porque prova que os judeus alimentavam a expectativa de um Messias que haveria de vir e que ressuscitaria três dias depois de morto.

A placa foi achada perto do Mar Morto e é um raro exemplo de inscrição em tinta sobre pedra em duas colunas como a Torá (é o equivalente nas escrituras hebraicas ao Pentateuco, i. é, os cinco primeiros livros da Bíblia).

Para Daniel Boyarin, professor do Talmude na Universidade de Berkeley, a peça é mais uma evidência de que Jesus Cristo corresponde ao Messias tradicionalmente esperado pelos judeus. Ada Yardeni e Binyamin Elitzur, especialistas israelenses em escrita hebraica, após detalhada análise, concluíram que datava do fim do primeiro século antes de Cristo. O professor de arqueologia da Universidade de Tel Aviv, Yuval Goren fez uma análise química e acha que não se pode duvidar de sua autenticidade.

Israel Knohl, professor de estudos bíblicos da Universidade Hebraica, defende que a pedra prova que a “a ressurreição depois de três dias é uma idéia anterior de Jesus, o que contradiz praticamente toda a atual visão acadêmica”.

Desde o ponto de vista católico estes dados científicos confirmam a Fé e as Escrituras.

Compreende-se que entre os judeus o achado cause polêmica, pois acaba apontando para a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, o que deixa em situação incomoda à Sinagoga que O crucificou e os que compartilham o deicídio.



FONTE: Redação E BÍBLIA CATÓLICA

Presidente da CNBB abre consulta às dioceses sobre o Sínodo da Família

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




CNBB - CONSELHO NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL 
(30/01/2015, PMNSFI)

"Ficaria muito grato se o senhor promovesse uma consulta ampla com o Povo de Deus da sua diocese para o bom êxito do processo sinodal que se concluirá com a segunda e última etapa do Sínodo sobre a Família, em outubro próximo. Aproveito para pedir as orações de sua diocese para a família e a próxima Assembleia Sinodal", disse o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Raymundo Damasceno Assis, em carta enviada aos bispos do Brasil. Acesse o questionário disponibilizado pelo Vaticano. 
A iniciativa do presidente da CNBB é motivada a partir do comunicado do secretário-geral do Sínodo, cardeal Lorenzo Baldisseri, que pede a realização de "uma ampla consulta com todo o povo de Deus sobre a família segunda a orientação do processo sinodal".
Diante da solicitação da Santa Sé, dom Raymundo Damasceno, também delegado-presidente do Sínodo, pede a contribuição das dioceses do Brasil com a consulta sobre a família.
O texto de trabalho (Instrumentum laboris) da primeira fase do Sínodo, também contou com a colaboração das dioceses de diversos países. A consulta ao povo é um pedido do papa Francisco, que tem incentivado a participação das comunidades nas reflexões do Sínodo. A 3ª Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos foi realizada de 5 a 19 de outubro, no Vaticano.
Ouvir o povo
O primeiro dos documentos da 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, os Lineamenta, além das reflexões, apresenta uma série de perguntas. O objetivo é avaliar o texto produzido pelos bispos e solicitar o aprofundamento do trabalho começado durante a Assembleia. Ao todo, o documento propõe 46 questões para serem refletidas e orientadas a partir de temáticas:
"O contexto sociocultural", "A relevância da vida afetiva", "A família no desígnio salvífico de Deus", "A indissolubilidade do matrimônio e a alegria de viver juntos", "Cura pastoral de quantos vivem no matrimônio civil ou convivem", "A atenção pastoral às pessoas com tendência homossexual", "O desafio da educação e o papel da família na evangelização".
Orientações
No site do Vaticano está disponível o questionário (baixe aqui) que deverá nortear os trabalhos de estudos nas dioceses, sob orientação do bispo local ou responsável. A CNBB irá receber as contribuições e produzirá uma síntese do material coletado nas igrejas particulares. Posteriormente, esse conteúdo será enviado à secretaria geral do Sínodo, responsável em preparar o texto de trabalho para a 14ª Assembleia Geral Ordinária, que ocorrerá de 4 a 25 de outubro próximo, no Vaticano. O tema proposto será "A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo".
A secretaria do Sínodo orienta, ainda, que as Conferências Episcopais escolham as modalidades adequadas para produzir as reflexões, conforme orienta o documento. Outra sugestão é que agentes de pastorais das Igrejas particulares e instituições acadêmicas, organizações, movimentos laicais e outras instâncias eclesiais sejam envolvidos no trabalho.
FONTE: Redação E CNBB