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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Papa Francisco se solidariza com pessoas que lutam contra a hanseníase

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




“Quero expressar a minha proximidade a todas as pessoas que sofrem desta doença, como também a todos aqueles que se ocupam deles, e àqueles que lutam para remover as causas da doença, ou seja, as condições de vida indignas do homem. Renovemos nosso compromisso de solidariedade a estes irmãos e irmãs!”, expressou o papa Francisco após oração do Angelus do domingo, 25, na Praça São Pedro, no Vaticano.
A data recorda o Dia Mundial da Hanseníase. De acordo com informações da Secretária de Saúde, em 2012, o Brasil registrou 33.303 casos novos da doença. Mas, houve redução 40% nos últimos dez anos. Cinco Estados apresentam coeficiente de prevalência acima de três casos por 10 mil habitantes: Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará e Rondônia.
A hanseníase trata-se de doença infecciosa que se transmite de pessoa para pessoa apenas por contato íntimo, como morar na mesma casa e por tempo prolongado. “Os sinais da doença são manchas ou caroços na pele, com alterações de sensibilidade. Em geral, as lesões de pele não trazem nenhum sintoma, não costumam doer nem coçar. Se não tratadas, as lesões podem evoluir e acometer os nervos, nariz, face e outros órgãos. Se tratada logo no início, não deixa nenhuma sequela ou cicatriz”, informa a Secretária de Saúde.
Com informações do News.VA
                                 SOURSES: EQUIPE DE COORDENAÇÃO

domingo, 25 de janeiro de 2015

Mais de 2 mil peregrinações ocorreram no Santuário de Guadalupe em 2014

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga



CIDADE DO MÉXICO - MÉXICO (26/01/2015, PMSNFI)

Por volta de 2.200 peregrinações foi o que recebeu o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, no México, durante todo o ano de 2014. As cifras foram dadas a conhecer recentemente pelo Boletim Guadalupano -órgão informativo da Basílica mexicana-, que também registrou as visitas que realizaram mais de 8 milhões de fiéis somente durante as celebrações do 483º aniversário das aparições marianas em dezembro.
Mais de 2 mil peregrinações ocorreram no Santuário de Guadalupe em 2014 1.jpg
Entre as peregrinações numerosas está a da Arquidiocese
do México com 20 mil peregrinos. / Foto: SIAME.
De acordo com o informativo guadalupano, entre as romarias mais numerosas estão as que foram realizadas durante o ano pelas dioceses mexicanas, destacando-se a da Diocese de Querétaro na qual participaram por volta de 80 mil fiéis; depois as de Toluca e Atlacomulco, com 40 mil peregrinos; seguindo as Dioceses de Celaya e Tenancingo, com 30 mil; e as jurisdições eclesiais do México, Cuernavaca, Tulancingo, Tlalnepantla e Nezahualcoyotl, cada uma com média de 20 mil peregrinos.
Registraram-se, igualmente, romarias de paróquias, movimentos católicos, comunidades, escolas e de institutos governamentais oriundas de vários pontos do México; além de grupos procedentes de outros países, como Estados Unidos, Colômbia e Brasil, que durante o ano chegaram ao Santuário para venerar o quadro milagroso da Guadalupana.
Mas as cifras são ainda maiores, já que durante todo o ano de 2014 o Santuário Guadalupano recebeu ao longo do ano centenas de peregrinações não registradas que se incorporaram às atividades litúrgicas ordinárias durante as celebrações eucarísticas das 06h às 20h.
O informe também faz referência às peregrinações mais chamativas, entre elas as que realizaram os
mariachis, os baloeiros, os motociclistas, e a procedente de Iztapalapa com as imensas coberturas de flores, entre outras.
Além disso, durante o Dozavario -com o qual se prepararam durante 12 dias os festejos guadalupanos em dezembro-, foram 276 as celebrações Eucarísticas que ali aconteceram. Além disso, durante esses dias, se distribuíram por volta de 160 mil hóstias, e centenas de peregrinos se aproximaram do Sacramento da Reconciliação.
A Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, é um dos Santuários Marianos mais visitados no mundo, junto com o de Lourdes e Fátima. E está situado no monte de Tepeyac, na capital mexicana, e anualmente acolhe por volta de 14 milhões de peregrinos. O recinto é formado por uma Basílica, a Capela do Cerrito, a Capela del Pocito, a Capela dos Índios, a Paróquia de Capuchinas e o museu da Basílica.
Mais de 2 mil peregrinações ocorreram no Santuário de Guadalupe em 2014 2.jpg
Em dezembro se registraram mais de 8 milhões de fiéis durante
as celebrações do 483º aniversário das aparições
marianas./ Foto: SIAME.
A história afirma que a Mãe de Deus apareceu em mais de uma ocasião à Juan Diego Cuauhtlatoatzin -conhecido como o Índio Juan Diego, hoje Santo da Igreja- no monte de Tepeyac, que em período pré-hispânico era centro de devoção religiosa dos habitantes do vale do México. Em sua última aparição, a Mãe de Guadalupe lhe pediu a Juan Diego ir encontrar-se com Juan de Zumárraga, então Bispo do México, para que lhe levasse rosas em seu ayate -tecido que servia de manta-, flores que não eram comuns na região. Quando Juan Diego desdobrou seu ayate diante do Bispo, se fez o milagre da Mãe de Deus: ficou impressa uma imagem de Nossa Senhora com traços indígenas, que é hoje uma das devoções marianas mais veneradas no mundo.

FONTE: GAUDIUM PRESS

Mostra de objetos sacros será inaugurada no Museu de Arte Sacra de São Paulo

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga





SÃO PAULO - SP (26/01/2015, PMNSFI)

O Museu de Arte Sacra de São Paulo (MAS-SP) em meio as comemorações pelos 461 anos da cidade paulista, inaugurará nesta sexta-feira, 24, uma exposição que contará com diversos objetos sacros, contextualizando com a produção dessas obras na ourivesaria.
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Considerada uma arte dos tempos antigos, datada de 2.500 a.C., a ourivesaria é responsável pela produção de peças como âmbulas, cálices, cruzes, entre outros, feitos a partir de metais preciosos - a prata e o ouro -, para a fabricação de joias e demais ornamentos.
Contando com mais de 130 peças, a exposição intitulada "Arte Sacra na Ourivesaria" possui aproximadamente 130 peças sacras, entre joias, relíquias, ostensórios, cálices, santos óleos e uma instalação de lampadários.
O diretor executivo do Museu de Arte Sacra, José Carlos Marçal de Barros, acredita que a exposição tem o propósito de conduzir o visitante à história das tradições litúrgicas que fizeram parte da Igreja de São Paulo.
Em nota, o diretor afirmou ainda que os itens do acervo que encontra-se presente na mostra "prestaram-se no passado às celebrações de batismo, casamento, morte; às comemorações de datas especiais, às coroações e ocasiões de alta significação simbólica e devocional".
"Ao promover a exibição deste rico acervo, o MAS-SP pretende que o espectador releia os simbolismos da vida cristã contidos em cada um desses objetos, os quais carregam em si atribuições sagradas e a verdadeira história de riquezas da São Paulo colonial", acrescentou.
Dentre as peças de maior destaque da exposição estão aquelas utilizadas pelo então Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Dom Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, assim como as coroas em ouro do período e outros objetos oferecidos à Antiga Sé de São Paulo pelo Rei Dom João V.

FONTE: GAUDIUM PRESS

Anunciam possível descobrimento do mais antigo manuscrito do Evangelho

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




Cristãos chineses abrindo pela primeira vez a Bíblia

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga


sábado, 24 de janeiro de 2015

Papa condena 'formas deturpadas de religião' antes de viajar à Ásia

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




Arrival of Pope Francis at the airport - Alitalia - Airplane_



O papa Francisco condenou nesta segunda-feira as "formas deturpadas de religião" após o massacre trágico da semana passada em Paris e denunciou "uma guerra mundial combatida por partes".

O sumo pontífice traçou um panorama denso e pessimista do mundo ao falar de guerras, imigração, solidão, pobreza e tipos modernos de escravidão durante seu tradicional discurso anual ao corpo diplomático credenciado na Santa Sé, pronunciado horas antes de seguir viagem para as Filipinas e o Sri Lanka.

O chefe da Igreja pediu para a comunidade internacional não ser indiferente e apelou para que condene "qualquer interpretação documental e extremista da religião, que pretenda justificar tais atos de violência".

Francisco também criticou a "cultura da rejeição ao outro", que gera violência e morte e que converte o ser humano "em escravo, seja da moda, do poder, do dinheiro, inclusive às vezes de formas deturpadas de religião", disse.

Ao constatar a proliferação de conflitos no mundo, o chefe da Igreja católica voltou a denunciar "uma autêntica guerra mundial combatida por partes".

Um conceito que desenvolveu em várias ocasiões e que considera grave, já que, segundo ele, hoje em dia "os conflitos se estendem com modalidades e intensidades diversas, em diferentes zonas do planeta".

O papa mencionou a situação na Ucrânia, no Oriente Médio, na Nigéria e em outros países da África, e citou outro crime que as guerras geram: o estupro de mulheres.

Também mencionou a imigração e pediu que as autoridades europeias façam algo para que o "mar Mediterrâneo não se converta em um grande cemitério".

Pediu ainda à comunidade internacional que garanta uma adequada assistência para os portadores de Ebola, a quem chamou de "os leprosos de nosso tempo".

No entanto, "apesar do olhar dominado pelo pessimismo e deficiências de nosso tempo", Francisco quis "dar graças a Deus por alguns frutos da paz que tivemos a alegria de saborear", citando, como exemplo, a recente decisão dos Estados Unidos e Cuba de "colocar fim a um silêncio recíproco que durou meio século".

Francisco concluiu seu discurso com um apelo à paz ao recordar o 6 de agosto de 1945, quando a "humanidade assistiu a uma das catástrofes mais tremendas de sua história". Nesta data, foi lançada a bomba atômica sobre Hiroshima.

Rumo à Ásia

No domingo, o papa pediu aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, que o acompanhem em oração em sua viagem à Ásia.

"Amanhã à tarde vou iniciar uma viagem apostólica ao Sri Lanka e às Filipinas. Peço-lhes que me acompanhem através da oração", disse o pontífice na tradicional cerimônia do Angelus.

Francisco inicia sua segunda viagem à Ásia, após ter visitado em agosto a Coreia do Sul. Ele ficará na região até o dia 19.

O papa jesuíta, que sonhou quando jovem ser missionário no Japão, é particularmente receptivo aos problemas desse continente, principalmente os da China, onde os jesuítas introduziram a fé católica no século XVI.

Os católicos representam apenas 3% da população asiática, mas são majoritários nas Filipinas, onde aproximadamente 85% da população, ou seja, 75 milhões de pessoas, é de católicos.

Também é o terceiro país com mais católicos no mundo, depois do Brasil e do México.

Francisco, que fez 78 anos em dezembro, percorrerá em uma semana mais de 12.000 km, pegará vários voos e usará helicóptero e papamóvel para cumprir todos os seus compromissos.

Os filipinos esperam com ansiedade a visita papal e deverão comparecer em massa às cerimônias previstas em Manila e Tacloban, a cidade mais atingida por um tufão que deixou cerca de 8.000 mortos em 2013.



Postado por: Equipe de Coordenação,sábado, 24 de janeiro de 2015,12:53:35

Missionário brasileira é espancada até a morte por grupo terrorista, na Síria

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Igreja etá 23 novos beatos e veneráveis

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




Em comunicado, o Vaticano divulgou hoje, 23, a decisão do papa Francisco em autorizar a publicação de 11 decretos que reconhecem um milagre, 21 martírios e 7 virtudes heroicas de religiosos e leigos. Os futuros beatos e veneráveis viveram em países como África do Sul, Bolívia, Cazaquistão, Espanha, Estados Unidos, Itália, Filipinas e Ucrânia. A Igreja Católica terá em breve 23 novos beatos e 7 novos veneráveis Servos de Deus.
Beata e mártires
A Pontifícia Congregação para Causa dos Santos reconheceu o milagre atribuído à intercessão de Maria Teresa Casini, Fundadora da Congregação das Irmãs Oblatas do Sagrado Coração de Jesus. Após o reconhecimento, será atribuído a religiosa será chamada de beata Maria Teresa Casini.
Outros 22 futuros beatos serão elevados à glória dos altares sem a necessidade da comprovação de milagre. Eles foram reconhecidos pelo testemunho de fé por meio de martírio. Destes, 21 são religiosos e religiosas assassinados por ódio à Fé durante a Guerra Civil espanhola: irmã Fidelia e duas companheiras religiosas do Instituto das Irmãs de São José de Girona e Padre Pio Heredia e 17 companheiros e companheiras das Ordens dos Cistercienses da Estreita Observância (Trapistas) e de São Bernardo. Também foi reconhecido o martírio do leigo Tshimangadzo Samuele Benedetto Daswa, morto por ódio à Fé na África do Sul em 1990.
A Igreja irá declarar, também, outros 4 religiosos e religiosas e 3 leigos como Veneráveis Servos de Deus.
Com informações do Rádio Vaticano. 

Vaticano divulga mensagem para o 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga



CNBB (23/01/2015, PMNSFI)


"Comunicar a família: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor” é o tema da mensagem para o  49º Dia Mundial das Comunicações Sociais. O evento será celebrado no dia 17 de maio, domingo que antecede Pentecostes. A íntegra do texto foi divulgada hoje, 23, durante coletiva de imprensa, no Vaticano.
Para a vivência e celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais, a Comissão Episcopal para a Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), prepara, todos os anos, um subsídio com orientações e sugestões de atividades para os regionais, dioceses, paróquias e comunidades.
O material é enviado as coordenações e lideranças da Pastoral da Comunicação (Pascom), responsáveis por articular e animar a comunicação nas igrejas locais. A Comissão orienta, também, o estudo do Diretório de Comunicação da Igreja no Brasil, que traz pistas de ação. Contato pelo e-mail: comsocial@cnbb.org.br
Família mais bela
A coletiva de apresentação da mensagem contou com a presença do presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli, a professora da Faculdade de Letras e Filosofia - Departamento de Ciências das Comunicações da Universidade Católica do Sagrado Coração de Milão (Itália), Chiara Giaccardi, e o professor da Faculdade de Ciências Políticas, Mario Magatti.
A reflexão proposta pelo papa Francisco está inserida no caminho sinodal da Assembleia Ordinária do Sínodo sobre a Família que acontecerá em outubro próximo. “A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos”, escreveu o papa na mensagem.
Confira íntegra do texto:
Mensagem de Sua Santidade o Papa Francisco
49º Dia Mundial das Comunicações Sociais
17 de Maio de 2015
Tema: “Comunicar a família: ambiente privilegiado do encontro na gratuidade do amor”
O tema da família encontra-se no centro duma profunda reflexão eclesial e dum processo sinodal que prevê dois Sínodos, um extraordinário – acabado de celebrar – e outro ordinário, convocado para o próximo mês de Outubro. Neste contexto, considerei  oportuno que o tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais tivesse como ponto de referência a família. Aliás, a família é o primeiro lugar onde aprendemos a comunicar. Voltar a este momento originário pode-nos ajudar quer a tornar mais autêntica e humana a comunicação, quer a ver a família dum novo ponto de vista.
Podemos deixar-nos inspirar pelo ícone evangélico da visita de Maria a Isabel (Lc 1, 39-56). “Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou-lhe de alegria no seio e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Então, erguendo a voz, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre” (vv. 41-42).
Este episódio mostra-nos, antes de mais nada, a comunicação como um diálogo que tece com a linguagem do corpo. Com efeito, a primeira resposta à saudação de Maria é dada pelo menino, que salta de alegria no ventre de Isabel. Exultar pela alegria do encontro é, em certo sentido, o arquétipo e o símbolo de qualquer outra comunicação, que aprendemos ainda antes de chegar ao mundo. O ventre que nos abriga é a primeira “escola” de comunicação, feita de escuta e contato corporal, onde começamos a familiarizar-nos com o mundo exterior num ambiente protegido e ao som tranquilizador do pulsar do coração da mãe. Este encontro entre dois seres simultaneamente tão íntimos e ainda tão alheios um ao outro, um encontro cheio de promessas, é a nossa primeira experiência de comunicação. E é uma experiência que nos irmana a todos, pois cada um de nós nasceu de uma mãe.
Mesmo depois de termos chegado ao mundo, em certo sentido permanecemos num “ventre”, que é a família. Um ventre feito de pessoas diferentes, interrelacionando-se: a família é “o espaço onde se aprende a conviver na diferença” (Exort. ap. Evangelii gaudium, 66). Diferenças de géneros e de gerações, que comunicam, antes de mais nada, acolhendo-se mutuamente, porque existe um vínculo entre elas. E quanto mais amplo for o leque destas relações, tanto mais diversas são as idades e mais rico é o nosso ambiente de vida. O vínculo está na base da palavra, e esta, por sua vez, revigora o vínculo. Nós não inventamos as palavras: podemos usá-las, porque as recebemos. É em família que se aprende a falar na “língua materna”, ou seja, a língua dos nossos antepassados (cf. 2 Mac 7, 21.27). Em família, apercebemo-nos de que outros nos precederam, nos colocaram em condições de poder existir e, por nossa vez, gerar vida e fazer algo de bom e belo. Podemos dar, porque recebemos; e este circuito virtuoso está no coração da capacidade da família de ser comunicada e de comunicar; e, mais em geral, é o paradigma de toda a comunicação.
A experiência do vínculo que nos “precede” faz com que a família seja também o contexto onde se transmite aquela forma fundamental de comunicação que é a oração. Muitas vezes, ao adormecerem os filhos recém-nascidos, a mãe e o pai entregam-nos a Deus, para que vele por eles; e, quando se tornam um pouco maiores, põem-se a recitar juntamente com eles orações simples, recordando carinhosamente outras pessoas: os avós, outros parentes, os doentes e atribulados, todos aqueles que mais precisam da ajuda de Deus. Assim a maioria de nós aprendeu, em família, a dimensão religiosa da comunicação, que, no cristianismo, é toda impregnada de amor, o amor de Deus que se dá a nós e que nós oferecemos aos outros.
Na família, é sobretudo a capacidade de se abraçar, apoiar, acompanhar, decifrar olhares e silêncios, rir e chorar juntos, entre pessoas que não se escolheram e todavia são tão importantes uma para a outra… é sobretudo esta capacidade que nos faz compreender o que é verdadeiramente a comunicação enquanto descoberta e construção de proximidade. Reduzir as distâncias, saindo mutuamente ao encontro e acolhendo-se, é motivo de gratidão e alegria: da saudação de Maria e do saltar de alegria do menino deriva a bênção de Isabel, seguindo-se-lhe o belíssimo cântico do Magnificat, no qual Maria louva o amoroso desígnio que Deus tem sobre Ela e o seu povo. De um “sim” pronunciado com fé, derivam consequências que se estendem muito para além de nós mesmos e se expandem no mundo. “Visitar” supõe abrir as portas, não encerrar-se no próprio apartamento, sair, ir ter com o outro. A própria família é viva, se respira abrindo-se para além de si mesma; e as famílias que assim procedem, podem comunicar a sua mensagem de vida e comunhão, podem dar conforto e esperança às famílias mais feridas, e fazer crescer a própria Igreja, que é uma família de famílias.
Mais do que em qualquer outro lugar, é na família que, vivendo juntos no dia-a-dia, se experimentam as limitações próprias e alheias, os pequenos e grandes problemas da coexistência e do pôr-se de acordo. Não existe a família perfeita, mas não é preciso ter medo da imperfeição, da fragilidade, nem mesmo dos conflitos; preciso é aprender a enfrentá-los de forma construtiva. Por isso, a família onde as pessoas, apesar das próprias limitações e pecados, se amam, torna-se uma escola de perdão. O perdão é uma dinâmica de comunicação: uma comunicação que definha e se quebra, mas, por meio do arrependimento expresso e acolhido, é possível reatá-la e fazê-la crescer. Uma criança que aprende, em família, a ouvir os outros, a falar de modo respeitoso, expressando o seu ponto de vista sem negar o dos outros, será um construtor de diálogo e reconciliação na sociedade.
Muito têm para nos ensinar, a propósito de limitações e comunicação, as famílias com filhos marcados por uma ou mais deficiências. A deficiência motora, sensorial ou intelectual sempre constitui uma tentação a fechar-se; mas pode tornar-se, graças ao amor dos pais, dos irmãos e doutras pessoas amigas, um estímulo para se abrir, compartilhar, comunicar de modo inclusivo; e pode ajudar a escola, a paróquia, as associações a tornarem-se mais acolhedoras para com todos, a não excluírem ninguém.
Além disso, num mundo onde frequentemente se amaldiçoa, insulta, semeia discórdia, polui com as murmurações o nosso ambiente humano, a família pode ser uma escola de comunicação feita de bênção. E isto, mesmo nos lugares onde parecem prevalecer como inevitáveis o ódio e a violência, quando as famílias estão separadas entre si por muros de pedras ou pelos muros mais impenetráveis do preconceito e do ressentimento, quando parece haver boas razões para dizer “agora basta”; na realidade, abençoar em vez de amaldiçoar, visitar em vez de repelir, acolher em vez de combater é a única forma de quebrar a espiral do mal, para testemunhar que o bem é sempre possível, para educar os filhos na fraternidade.
Os meios mais modernos de hoje, irrenunciáveis sobretudo para os mais jovens, tanto podem dificultar como ajudar a comunicação em família e entre as famílias. Podem-na dificultar, se se tornam uma forma de se subtrair à escuta, de se isolar apesar da presença física, de saturar todo o momento de silêncio e de espera, ignorando que “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras ricas de conteúdo” (BENTO XVI, Mensagem do 49º Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24/1/2012); e podem-na favorecer, se ajudam a narrar e compartilhar, a permanecer em contato com os de longe, a agradecer e pedir perdão, a tornar possível sem cessar o encontro. Descobrindo diariamente este centro vital que é o encontro, este “início vivo”, saberemos orientar o nosso relacionamento com as tecnologias, em vez de nos deixarmos arrastar por elas. Também neste campo, os primeiros educadores são os pais. Mas não devem ser deixados sozinhos; a comunidade cristã é chamada a colocar-se ao seu lado, para que saibam ensinar os filhos a viver, no ambiente da comunicação, segundo os critérios da dignidade da pessoa humana e do bem comum.
Assim o desafio que hoje se nos apresenta, é aprender de novo a narrar, não nos limitando a produzir e consumir informação, embora esta seja a direção para a qual nos impelem os potentes e preciosos meios da comunicação contemporânea. A informação é importante, mas não é suficiente, porque muitas vezes simplifica, contrapõe as diferenças e as visões diversas, solicitando a tomar partido por uma ou pela outra, em vez de fornecer um olhar de conjunto.
No fim de contas, a própria família não é um objeto acerca do qual se comunicam opiniões nem um terreno onde se combatem batalhas ideológicas, mas um ambiente onde se aprende a comunicar na proximidade e um sujeito que comunica, uma “comunidade comunicadora”. Uma comunidade que sabe acompanhar, festejar e frutificar. Neste sentido, é possível recuperar um olhar capaz de reconhecer que a família continua a ser um grande recurso, e não apenas um problema ou uma instituição em crise. Às vezes os meios de comunicação social tendem a apresentar a família como se fosse um modelo abstrato que se há de aceitar ou rejeitar, defender ou atacar, em vez duma realidade concreta que se há de viver; ou como se fosse uma ideologia de alguém contra outro, em vez de ser o lugar onde todos aprendemos o que significa comunicar no amor recebido e dado. Ao contrário, narrar significa compreender que as nossas vidas estão entrelaçadas numa trama unitária, que as vozes são múltiplas e cada uma é insubstituível.
A família mais bela, protagonista e não problema, é aquela que, partindo do testemunho, sabe comunicar a beleza e a riqueza do relacionamento entre o homem e a mulher, entre pais e filhos. Não lutemos para defender o passado, mas trabalhemos com paciência e confiança, em todos os ambientes onde diariamente nos encontramos, para construir o futuro.
Vaticano, 23 de Janeiro – Vigília da Festa de São Francisco de Sales – de 2015.
Papa Francisco




Fonte: CNBB(CONSELHO NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL) - Postado por: Equipe de Coordenação, sexta-feira, 23 de janeiro de 2015, 17:23:00

Arquidiocese do Rio abre processo de beatificação de Guido Schäffer

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




RIO DE JANEIRO - BAIRRO BOTAFOGO (23/01/2015, PMNSFI)

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

México se prepara para Congresso Eucarístico Arquidiocesano de 2016

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CIDADE DO MÉXICO - MÉXICO (23/01/2015, PMNSFI)

2016 será um ano especial para a Arquidiocese do México já que ocorrerá o II Congresso Eucarístico Arquidiocesano; um evento que convocou em outubro passado o Arcebispo Primaz, Cardeal Norberto Rivera Carrera, no marco do 23º Rosário Vivente que reuniu milhares de fiéis no Estádio Azul da capital mexicana.
México se prepara para Congresso Eucarístico Arquidiocesano de 2016 1.jpg
Com vistas ao encontro Eucarístico, no próximo dia 23 de janeiro se
reunirão pela primeira vez os integrantes do Comitê organizador
do II Congresso. / Foto: SIAME.
"Lhes convido para que, quando estejamos diante de Jesus Sacramentado, peçamos pelo êxito do trabalho pastoral que realizamos na Arquidiocese do México e para que, com entusiasmo, preparemos e realizemos no ano de 2016 nosso Congresso Eucarístico Arquidiocesano", disse naquela ocasião o purpurado.
Com vistas ao encontro Eucarístico, no próximo dia 23 de janeiro se reunirão pela primeira vez os integrantes do Comitê organizador do II Congresso, que foram apresentados à Igreja que peregrina na Cidade do México pelo Cardeal Rivera durante a peregrinação arquidiocesana à Basílica de Guadalupe no dia 11 de janeiro. Eles são presididos por Dom Pedro Agustín Rivera Díaz, capelão do Templo Expiatório à Cristo Rei, que está a cargo da Comissão de Animação Eucarística da Arquidiocese do México (CANEAM).
"Esperamos poder apresentar um projeto mais definido para a próxima quinta-feira Santa, que será no dia 02 de abril, e estaria já iniciando a preparação espiritual para a quinta-feira de Corpus Christi, no dia 04 de junho. Nossa primeira proposta consiste em que as 40 Horas que realiza cada paróquia, sejam oferecidas pelas intenções do próprio Congresso Eucarístico", comentou Dom Rivera Díaz.
Entre as iniciativas que já estão projetadas por ocasião do Congresso Eucarístico, está prevista a elaboração de uma ampla catequese impressa entorno de Jesus Sacramentado, assim como atividades, entre elas, animações Eucarísticas, noites de Adoração, Horas Santas, que teria lugar a partir do próximo mês de março, assim como retiros eucarísticos e os conhecidos "Eucaristia Fest".
México se prepara para Congresso Eucarístico Arquidiocesano de 2016 2.jpg
Custódia Monumental da Catedral Metropo-
litana do México / Foto: SIAME.
90 anos do Primeiro Congresso Eucarístico Nacional
Justamente no passado dia 05 de outubro se comemorou o 90º aniversário do Primeiro Congresso Eucarístico Nacional que se celebrou na Cidade do México no ano de 1924. Um evento que foi crucial para a vida da Igreja de então devido ao contexto histórico no qual teve lugar, posto que a nação mexicana enfrentava a violência e a intolerância religiosa.
Este Congresso Eucarístico esteve inspirado nos Congressos Eucarísticos Internacional que nasceram no ano de 1881 e teve uma especial acolhida entre a comunidade católica. Para tal evento se mandou construir uma monumental custódia de prata de 400 quilos que foi chamada como "o coração espiritual de nossa pátria".
A custódia foi abençoada no dia 05 de outubro de 1924 e o Congresso trouxe inumeráveis bênçãos e frutos espirituais para os fiéis da época, inclusive vários beatos e santos mexicanos viveram com intensidade, e a partir de suas cidades, este acontecimento.
Já no ano 2000, por ocasião do Jubileu da Encarnação, se levou a cabo o II Congresso Eucarístico Nacional. Para esta ocasião a custódia monumental -que permanece na Catedral Metropolitana- saiu às ruas da capital mexicana.


Fonte: Gaudium Press - Postado por: Equipe de Coordenação, sexta-feira, 23 de janeiro de 2015, 00:55:57

Missa na Catedral encerra festejos à São Sebastião, no Rio

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RIO DE JANEIRO - RJ (23/01/2015, PMNSFI)


Durante esses últimos dias, na Trezena de São Sebastião, foram visitados diversos pontos de referência do Rio de Janeiro, bem como instituições e locais públicos, que tiveram a oportunidade de presenciar momentos alegres, de Fé e esperança com a passagem da Imagem do santo padroeiro da cidade carioca.
Missa na Catedral encerra festejos a São Sebastião.jpg
Entre os lugares que a imagem de São Sebastião esteve, um em especial foi o bairro da Tijuca, mais precisamente a Igreja dedicada ao Padroeiro do Rio de Janeiro.
Administrada pelos frades capuchinhos, o templo que possui a tradição de receber milhares de devotos nesta época festiva, teve mais motivos para celebrar, uma vez que foi elevada à condição de santuário arquidiocesano.
A Igreja de São Sebastião tem uma importância histórica não apenas pelo fato de ser o início da fundação da cidade, que comemora neste ano seus 450 anos, mas por guardar os restos mortais do fundador, Estácio de Sá, e a imagem histórica de mártir e herói da Fé, datada do século XVI, que passou recentemente por um período de restauração.
Durante a celebração, presidida pelo Cardeal Arcebispo Dom Orani João Tempesta, as relíquias do Servo de Deus, Guido Schaffer, foram apresentadas ao público. Depois, o purpurado explicou a relação do título de santuário com a vida do santo e dos cariocas.
"São Sebastião é exemplo de tenacidade, perseverança e força, uma imagem semelhante do que o carioca vive no seu cotidiano. As flechas de hoje são as complexas dificuldades da cidade que o povo enfrenta com coragem, sem desanimar", disse.

Celebração de São Sebastião na Catedral

Após celebrada a Missa, Dom Orani seguiu em procissão com os fiéis da Igreja de São Sebastião, na Tijuca, com destino a Catedral Metropolitana.
De acordo com os dados da Polícia Militar, aproximadamente 100 mil pessoas participaram desse evento que marcou ainda a abertura do Ano Arquidiocesano da Esperança.
Após o momento celebrativo e a apresentação do Auto de São Sebastião, deu-se início na Catedral a Missa Solene de encerramento das festividades em honra ao Padroeiro da cidade maravilhosa.
O purpurado, ao comentar sobre o Ano da Esperança, lembrou aos fiéis que ao iniciarmos esse evento, "nos perguntamos como podemos ser testemunhas da esperança nessa grande cidade que completa 450 anos de fundação. E como relação a isso, como iremos construir a paz desvelando, ou seja, fazendo aparecer a presença de Deus".
"Esse é o desafio que está a nossa frente no mundo, que nem sempre preza a nossa Fé e nem sempre respeita a nossa vida, nossa crença. Mesmo assim sabemos que precisamos servir a humanidade anunciando, sendo sinal de Jesus Cristo", disse.
Próximo de finalizar a Celebração Eucarística, Dom Orani, junto ao reitor e vice-reitor do Seminário de São José, Cônego Leandro Câmara e Padre Thiago de Carvalho, realizou o envio missionário dos seminaristas para os vicariatos que compõem a arquidiocese.
"Temos que viver sempre a missão. Precisamos conhecer para servir. O interesse nosso é o anúncio do Evangelho. Com alegria envio vocês nessa missão, sabendo que o espírito de Deus os precede. Encontrar com o Senhor presente na vida das pessoas. Encontrar com Cristo na vida das pessoas", destacou o arcebispo.
Além disso, relembrou a mensagem do Papa Francisco em vista dos 450 anos do Rio de Janeiro, enviada no final do ano passado:
Missa na Catedral encerra festejos a São Sebastião2.jpg
"Deus vive no meio da cidade. Cristo habita no meio de nós. Deus vive no meio de nós. Portanto, vocês devem desvelar, trazer a luz, levar as pessoas a perceber essa presença de Deus na grande cidade. Depois cada um, conforme a providência de Deus conduzir, vai servir com generosidade, com alegria, dando a vida, servindo aos irmãos e irmãs, fazendo valer os ideais que o Senhor um dia colocou na vida de cada um."

Fonte: Gaudium Press - Postado por: Equipe de Coordenação, sexta-feira, 23 de janeiro de 2015, 00:52:52

Arquidiocese de Maranhão sedia encontro Nacional da Pastoral da Juventude

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga




MANAUS - AMAZONAS (22/01/2015, PMNSFI)
O 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude iniciou-se neste domingo, 18, com a celebração de uma Santa Missa, na Arquidiocese de Manaus, no Amazonas.
A abertura do evento - que prossegue até o dia 25 de janeiro - contou com a presença de cerca de 4 mil pessoas, que assistiram a Celebração Eucarística presidida pelo Arcebispo de Manaus, Dom Sérgio Eduardo Castriani, e concelebrada pelo Bispo Auxiliar de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, Dom Eduardo Pinheiro da Silva.
"No Encontro das águas, partilhamos a vida, o pão e a utopia!" é o tema da reunião da Pastoral da Juventude, que acompanha a citação bíblica que recorda o evangelho do último domingo "Mestre, onde moras? Vinde e vede!" (Jo 1,38b-39a).
Na abertura da cerimônia, Dom Eduardo Pinheiro destacou, em sua homilia, a missão e vocação da juventude na defesa e anúncio da vida. Segundo ele, "o apelo de Jesus aos discípulos de seguimento é o mesmo que se faz à Pastoral da Juventude hoje".
Logo no primeiro dia do 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude, houve discussões entre os assessores, representantes da juventude e os bispos presentes sobre a temática proposta pela organização do evento.
Ao longo da apresentação da Coordenação e da Comissão Nacional de Assessores da Pastoral da Juventude, o Bispo Auxiliar de Manaus, Dom Mário Antônio da Silva, rememorou a Exortação Apostólica "Evangelli Gaudium", de autoria do Papa Francisco.
"O Papa Francisco nos pede uma Igreja em saída e vocês são a Pastoral da Juventude em saída, em movimento", disse.

FONTE: GAUDIUM PRESS

Postado por: Equipe de Coordenação, 22/01/2015 10:15:20– ATUALIZADO: 22/01/2015 10:17:39

Comissão da CNBB reúne-se no Santuário da Piedade, Minas Gerais

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga



BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS (22/01/2015, PMNSFI)


A CNBB, por meio de sua Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé, promoverá no Santuário de Nossa Senhora da Piedade, situado em Caeté, em Minas Gerais, um encontro entre seus membros, tendo ainda a participação do Bispo Auxiliar Dom Wilson Angotti.

Além disso, a reunião deverá contar ainda com a presença de arcebispos e bispos, junto com um Grupo Interdisciplinar de Peritos (área Teológica), pertencente à Comissão.

O encontro terá a participação do Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, do Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Paulo Cezar Costa, do Bispo de Amparo, São Paulo, Dom Pedro Cipolini, e do Arcebispo de Brasília, Dom Sérgio da Rocha.

Tendo como principal missão zelar pela fidelidade da doutrina da Igreja e pela integridade de sua transmissão, a Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB endossa ainda a inteligência da Fé, com base na reflexão teológica, no propósito de responder adequadamente aos questionamentos e desafios atuais.


Postado por: Equipe de Coordenação, 22/01/2015 10:11:59 ATUALIZADO: 22/01/2015 10:13:52

Guardarei no coração a lembrança do acolhimento das pessoas, afirma o Papa

Propagação da Mensagem de Nossa Senhora de Fátima em Itaporanga






CIDADE DO VATICANO - VATICANO (22/01/2015, PMNSFI)



A Audiência Geral do Papa Francisco, nesta quarta-feira, 21, na Sala Paulo VI, teve como tema as viagens apostólicas feitas pelo Santo Padre no continente asiático, onde visitou os fiéis católicos do Sri Lanka e das Filipinas - que detém o maior número de católicos em um país da Ásia.
Após percorrer o corredor central do auditório, sendo acolhido calorosamente pelos fiéis, dirigiu-se a eles afirmando que voltou a Ásia "com prazer", depois de ter vivido a experiência na Coréia do Sul, em agosto do ano passado.
"Guardarei sempre no coração a lembrança do acolhimento jubiloso por parte das multidões, em alguns casos até mesmo oceânicas", disse.
Comentando primeiramente sobre o Sri Lanka, considerado pelo Pontífice um "país de maravilhosa beleza natural", o Pontífice declarou que o momento mais marcante de sua passagem pelo país foi o dia da canonização do missionário São José Vaz. "Indiquei São José Vaz como modelo para todos os cristãos, chamados hoje a sair e a propor a verdade salvadora do Evangelho", lembrou.
Além disso, ressaltou o processo de reconciliação do povo cingalês logo após o fim da guerra civil que perdurou por 26 anos, e que vem tentando agora reconstruir a unidade do país.
A reconciliação também serviu como tema para a visita do Papa ao Santuário de Nossa Senhora de Madhu, onde pediu intercessão a Bem Aventurada Virgem Maria para que concedesse o dom da paz e da unidade a todo o povo do Sri Lanka.
Já nas Filipinas, o Santo Padre reconheceu a Fé e a capacidade de recuperação da população local, assim como a generosidade das ajudas em prol dos que sofreram com as perdas causadas pelo tufão que devastou o país.
"A potência do amor de Deus se manifestou no espírito de solidariedade demonstrada em inúmeros gestos sacrificados e iniciativas de caridade que marcaram aqueles dias trágicos."
No encontro com as famílias, considerado o ponto mais alto de sua estada nas Filipinas, bem como com os jovens, também foram rememorados pelo Papa.
"Ouvir dizer que as famílias com muitos filhos e o nascimento de tantas crianças são uma das causas da pobreza. Parece-me uma opinião simplória. Posso dizer que a causa principal da pobreza é um sistema econômico que tirou a pessoa do centro e colocou no seu lugar o deus-dinheiro; um sistema econômico que exclui e cria a cultura do descarte que vivemos. Esta é a causa da pobreza, e não as famílias numerosas", analisou.
Sobre a juventude local, Francisco explicou que deu a eles uma palavra de encorajamento em seus esforços para a renovação da sociedade, em vista da proteção do meio ambiente e de uma atenção especial aos mais necessitados.
Para o Pontífice, "o cuidado em relação aos pobres é um elemento essencial do nosso testemunho cristão; comporta a rejeição de toda forma de corrupção e pede a construção de uma cultura da integridade".
"Quero agradecer ao Senhor pela minha visita ao Sri Lanka e às Filipinas, e peço a Ele que abençoe esses dois países", concluiu.


Postado por: Equipe de Coordenação, 10:03:04 22/01/2015– ATUALIZADO: 22/01/2015 10:07:57